Mundo
11/03/2008 - 11h50

McCain fará campanha para a Casa Branca em Israel e na Europa

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da France Presse, em Washington

O candidato republicano à Presidência dos EUA John McCain viajará para Israel e para a Europa para apresentar seu programa de política exterior, poucos dias depois de iniciar sua campanha como candidato oficial do partido, informou sua assessoria nesta segunda-feira.

Acompanhado dos senadores Joe Lieberman e Lindsey Graham, McCain visitará Jerusalém no dia 18 de março.

Depois, seguirá para Londres, onde passará os próximos dois dias, e Paris, onde no dia 21 de março encerra a viagem.

Um funcionário israelense disse no último domingo (9) que o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, e a chanceler Tzipi Livni receberão congressistas americanos em Jerusalém.

Na sexta-feira (7), McCain se comparou ao emblemático primeiro-ministro britânico Winston Churchill em uma propaganda, na qual promove uma política exterior de linha dura-para os Estados Unidos, com a promessa de "não se render" aos inimigos.

Do lado democrata, ainda não se sabe quem enfrentará McCain na corrida à Casa Branca.

O senador por Illinois Barack Obama, que no sábado (6) venceu as primárias no Wyoming, está à frente na corrida pela candidatura democrata. Ele venceu em 28 Estados contra 15 da senadora por Nova York Hillary Clinton. Obama tem 1.588 delegados, contra 1.468 da rival.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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