Chefe da OEA vai ao ponto de partida da ação colombiana no Equador
da Efe, em Bogotá
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, viajou nesta terça-feira ao departamento colombiano de Putumayo, ponto de partida da operação de 1º de março que matou o número dois das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), Raúl Reyes.
Insulza viajou junto a uma delegação da Colômbia com o comandante das Forças Militares colombianas, general Freddy Padilla de León; o alto comissário para a Paz, Luis Carlos Restrepo, e o embaixador na OEA, Camilo Osorio, segundo fontes governamentais locais.
A localidade de Puerto Asís, que fica a mais de 1.200 quilômetros de Bogotá, será a base da missão do secretário-geral da OEA, que está acompanhado por uma missão diplomática formada pela organização para esclarecer a ação colombiana no país vizinho.
Do local, os membros da comissão da OEA e funcionários da Colômbia partirão para um sobrevôo na fronteira comum, e depois visitarão campos com plantações de coca e receberão uma explicação da maneira como a Polícia Antinarcóticos realiza a erradicação dos cultivos ilegais.
A missão da OEA corresponde a uma decisão adotada em 5 de março pelo Conselho Permanente do organismo, após votar uma resolução na qual reconheceu que a Colômbia violou a soberania e a integridade territorial do Equador com a ação militar de 1º de março.
Naquele dia, aviões militares colombianos bombardearam o acampamento de Santa Rosa, localidade equatoriana a cerca de 1.800 metros da fronteira entre os dois países, onde estava o porta-voz internacional das Farc, Raúl Reyes, apelido de Luis Edgar Devia.
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Minha nossa além de sustentar toda essa turma, ainda me arrumam estrangeiros sobre minhas costas, o povo não aguenta tanta desfasatez
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Tó fora...
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