Sindicato americano promete fazer campanha contra McCain
da Folha Online
da Associated Press, em Washington
A federação sindical norte-americana AFL-CIO anunciou nesta quarta-feira que colocará manifestantes seguindo o candidato do Partido Republicano John McCain ao redor do país para questionar sua postura sobre políticas econômicas e trabalhistas.
O esforço é parte de uma ampla campanha que tem como objetivo ligar a figura do senador McCain às políticas econômicas mal-sucedidas de Bush.
Além dos protestos, a maior federação sindical do país também planeja investir parte de sua arrecadação recorde de fundos para mobilizações (US$53,4 mi) em panfletagem, campanha de porta em porta, ligações telefônicas, correios eletrônicos, correspondência e um site anti-McCain.
"Todos os lugares a que John McCain for nos próximos meses, ativistas estarão lá para confrontá-lo em suas posições econômicas e planos e pedir que ele fale às preocupaçõs da classe operária", disse Karen Ackerman, diretora política da AFL-CIO.
Nesta quarta-feira, McCain participará de uma recepção em Exeter, New Hampshire. Ao mesmo tempo, o site irá exibir cenas do senador McCain dando apoio incondicional à agenda econômica do atual presidente George W. Bush e "pedirá ao senador para adotar, ao invés disso, políticas para as famílias operárias que mostrem um claro rompimento com esta agenda", prometeu Ackerman.
O comitê nacional republicano imediatamente solicitou aos pré-candidatos democratas Barack Obama e Hillary Clinton que denunciem a campanha da AFL-CIO, chamando-a de "partidária e política à moda antiga".
A próxima grande primária democrata acontecerá na Pensilvânia, no dia 22 de abril, onde 15,1% da força trabalhadora é sindicalizada.
"McCain demonstrou repetidamente que ele oferece mais da mesma política econômica falida sustentada durante sete anos por George Bush", disse Ackerman. "Na questão comercial, assistência médica, empregos, privatização do sistema social e redução de impostos para os ricos, McCain e Bush se equivalem. McCain é o Bush n°3"
A AFL-CIO não endossou nenhum dos pré-candidatos democratas, Hillary Clinton ou Barack Obama, embora tenha permitido que seus 56 membros manifestem seu apoio individualmente.
Hillary recebeu apoio de um número maior de membros da AFL-CIO que Obama.
Campanha republicana
Apesar de ainda não ter sido oficializado como candidato do partido, o senador John McCain já contabilizou os 1.191 votos necessários para assegurar sua nomeação na convenção republicana nacional, em setembro.
McCain aproveita a nomeação garantida para dedicar-se à próxima etapa de sua campanha; a eleição presidencial em 4 de novembro. A sua assessoria de imprensa divulgou nesta segunda-feira (10) que ele viajará para Israel e para a Europa nas próximas semanas para apresentar seu programa para política externa.
Os planos de campanha do republicano incluem também uma nova viagem pelos Estados Unidos para poder ser "relembrado" por seus eleitores. "Eu gostaria de dizer que todos os 300 milhões de americanos me conhecem, mas esse não é o caso", declarou McCain recentemente.
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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