Mundo
14/03/2008 - 05h33

Campanha de Obama desqualifica sermões de pastor evangélico contra Hillary

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da Efe, em Washington

A campanha do senador Barack Obama desqualificou hoje sermões de um pastor evangélico que incluíram duros ataques contra sua rival pela candidatura presidencial democrata, a também senadora Hillary Clinton.

O reverendo Jeremiah Wright, da Trinity United Church, anunciou seu apoio a Obama em um sermão pronunciado durante o Natal do ano passado.

"Barack sabe o que significa viver em um país e em uma cultura que são controlados pelos brancos e ricos. Hillary nunca saberia isso", afirmou o reverendo.

"Hillary nunca ouviu que é negra. As pessoas nunca a definiram como uma 'não-pessoa'", indicou Wright, em alusão aos termos depreciativos usados em alguns setores contra a população afro-americana dos Estados Unidos.

"(Obama) de forma reiterada disse que os ataques pessoais como este não têm lugar nesta campanha ou em nossa política, sejam de um palanque num comício ou no púlpito de uma igreja", disse Bill Burton, porta-voz da campanha do senador por Illinois, segundo a rede de televisão Fox News.

"O senador Obama não pensa no reverendo desta igreja em termos políticos. Há coisas que ele diz que o senador está em total desacordo", acrescentou.

Em discurso pronunciado em Ohio no final do mês passado, Obama defendeu o ativismo político do pastor em favor dos negros americanos.

"Jeremiah Wright disse algumas coisas que são consideradas controvertidas porque são parte de seu evangelho social", afirmou Obama, que foi batizado na Trinity United Church, segundo a Fox News.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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