Governo tibetano no exílio diz que cem pessoas morreram em Lhasa
da Efe, em Nova Délhi
O Governo tibetano no exílio possui "relatórios não confirmados" que indicam que aproximadamente 100 pessoas morreram nos distúrbios registrados nesta sexta-feira (14) em Lhasa e em outros pontos do Tibete, informou neste sábado (15) o porta-voz da Administração Central Tibetana, Thupten Samphel.
O Executivo da região tibetana no exílio, com sede na cidade de Dharamshala, no norte da Índia, recebeu "relatórios não confirmados procedentes do Tibete" que contradizem a versão das autoridades chinesas de que dez pessoas morreram.
Segundo Sampel, esse relatório acrescenta que o Exército chinês desdobrou tanques na capital para reprimir as manifestações de monges tibetanos e da população civil que protestavam pela ocupação chinesa do Tibete.
Além disso, explicou que o líder espiritual do Tibete, o Dalai Lama, comparecerá amanhã a uma entrevista coletiva em Dharamsala para comentar os distúrbios vividos em Lhasa, os mais violentos em duas décadas na região.
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