Manifestantes protestam em frente à embaixada chinesa em Paris
da Efe, em Paris
Centenas de pessoas se manifestaram neste domingo à frente da Embaixada da China em Paris em apoio ao povo tibetano e contra a repressão das autoridades chinesas, em um ato que terminou com choques entre os ativistas e a Polícia francesa.
Vários participantes do protesto tentaram chegar à delegação, o que obrigou os agentes a contê-los e a usar bombas de gás lacrimogêneo.
Um dos manifestantes conseguiu escalar o muro da embaixada, situada no distrito oito da capital francesa, e derrubou a bandeira chinesa.
Os ativistas gritavam frases contra a China, à qual acusaram de ter provocado uma dura repressão no Tibete.
O presidente da comunidade tibetana na França, Thubten Gyatso, denunciou "meio século de perseguição sob ocupação chinesa" e pediu uma intervenção internacional no país.
Entre os manifestantes estava o filósofo André Glucksmann, que denunciou a "solidão mundial" na qual se encontra o povo tibetano, que sofre a repressão "a portas fechadas", pelo que pediu uma "comissão de investigação internacional" que "abra o Tibete aos observadores".
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