Mundo
17/03/2008 - 12h14

Hillary ataca Obama e McCain em discurso sobre o Iraque

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da Folha Online

A senadora por Nova York Hillary Clinton, pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos, falou sobre a Guerra no Iraque em discurso em Washington D.C., atacando seu rival democrata, Barack Obama e o provável candidato republicano John McCain.

Hillary abordou suas propostas políticas para lidar com o conflito, incluindo pressões para que a ONU seja mais envolvida, e para que os EUA obtenham aliados para ajudar a estabilizar a região. "A retirada não é uma derrota. Derrota é manter as tropas no Iraque por cem anos", afirmou a senadora.

Ela também acusou Obama de não trabalhar pelo fim da guerra desde que ele iniciou a corrida pela Casa Branca, e afirmou que os discursos e promessas de campanha não irão dar fim à guerra.

Enquanto Hillary fazia o discurso em Washington D.C., McCain fazia visita-surpresa a Bagdá.

O sucesso das tropas norte-americanas no país ajuda McCain em sua campanha, já que sua popularidade aumenta à medida em que a violência diminui em território iraquiano.

A visita do republicano ao Oriente Médio ressalta as suas propostas para a política externa, enquanto Hillary Clinton e Obama batalham na corrida interna pela candidatura democrata.

Atualmente, Obama conta com o apoio de 1.617 delegados e Hillary com 1.498. para obter a nomeação, são necessários 2.025 delegados.

Como os pré-candidatos democratas estão muito próximos na contagem, a decisão deve ficar com os superdelegados, os oficiais dos estados que podem votar para qualquer candidato na convenção do partido. Segundo contagem da agência Associated Press, Hillary possui o apoio de 249 superdelegados, enquanto Obama conta com o voto de 213.

Hillary espera convencer os superdelegados de que é mais elegível que Obama, com base no futuro confronto contra McCain.

A senadora diz acreditar que está "melhor posicionada" para se defender dos ataques republicanos devido à sua maior experiência em segurança nacional e política externa.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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