Hillary ataca Obama e McCain em discurso sobre o Iraque
da Folha Online
A senadora por Nova York Hillary Clinton, pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos, falou sobre a Guerra no Iraque em discurso em Washington D.C., atacando seu rival democrata, Barack Obama e o provável candidato republicano John McCain.
Hillary abordou suas propostas políticas para lidar com o conflito, incluindo pressões para que a ONU seja mais envolvida, e para que os EUA obtenham aliados para ajudar a estabilizar a região. "A retirada não é uma derrota. Derrota é manter as tropas no Iraque por cem anos", afirmou a senadora.
Ela também acusou Obama de não trabalhar pelo fim da guerra desde que ele iniciou a corrida pela Casa Branca, e afirmou que os discursos e promessas de campanha não irão dar fim à guerra.
Enquanto Hillary fazia o discurso em Washington D.C., McCain fazia visita-surpresa a Bagdá.
O sucesso das tropas norte-americanas no país ajuda McCain em sua campanha, já que sua popularidade aumenta à medida em que a violência diminui em território iraquiano.
A visita do republicano ao Oriente Médio ressalta as suas propostas para a política externa, enquanto Hillary Clinton e Obama batalham na corrida interna pela candidatura democrata.
Atualmente, Obama conta com o apoio de 1.617 delegados e Hillary com 1.498. para obter a nomeação, são necessários 2.025 delegados.
Como os pré-candidatos democratas estão muito próximos na contagem, a decisão deve ficar com os superdelegados, os oficiais dos estados que podem votar para qualquer candidato na convenção do partido. Segundo contagem da agência Associated Press, Hillary possui o apoio de 249 superdelegados, enquanto Obama conta com o voto de 213.
Hillary espera convencer os superdelegados de que é mais elegível que Obama, com base no futuro confronto contra McCain.
A senadora diz acreditar que está "melhor posicionada" para se defender dos ataques republicanos devido à sua maior experiência em segurança nacional e política externa.
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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