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17/03/2008 - 20h33

Líderes parlamentares revisam legislação por nova prévia em Michigan

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Colaboração para a Folha Online

Lideres congressistas revisaram uma medida que institui uma nova primária democrata em Michigan. A proposta de legislação inclui a aprovação do gasto de fundos privados para a eleição e determina a data para o dia 3 de junho.

O Partido Nacional Democrata puniu Michigan e Florida por terem adiantado suas primárias para antes de 5 de fevereiro. Os delegados dos dois Estados perderam o direito a assentos na Convenção Nacional do Partido, em agosto, para nomear o candidato democrata à Presidência dos EUA. Os dois Estados tem lutado com planos alternativos para conseguir reverter a punição.

Os pré-candidatos Hillary Clinton e Barack Obama também receberam cópias da medida que institui uma nova primária em Michigan. Hillary disse que concordaria com outro pleito, mas os conselheiros de Obama afirmaram que ainda estão revisando o plano e não divulgaram nenhum comentário a respeito.

Hillary venceu as primárias de Michigan no dia 15 de janeiro, mas o nome de Obama não constava na cédula e o senador por Illinois não fez campanhas no Estado. As eleições da Flórida ocorreram no dia 29 de janeiro e também foram vencidas pela senadora por Nova York. Os dois candidatos concorreram na votação, mas, a pedidos do partido, nenhum deles realizou campanha política.

A sede dos democratas em Michigan vai entrar em férias na próxima quinta-feira, dia 20, e o documento que institui uma nova eleição deve ser apresentado antes disso. A medida também teria que ser aprovada pelo Legislativo do Estado --controlado pelos republicanos-- para entrar em vigor. O documento requer o voto de dois terços dos parlamentares para ser aprovada.

Além disso, a medida precisa ser aprovada pelas campanhas de Hillary e Obama, pelo Comitê Nacional Democrata, pelos líderes estaduais e pela governadora Jennifer Granholm, aliada da ex-primeira-dama. Para os resultados do novo pleito valerem para a Convenção do Partido Democrata, ele deve ser realizado antes do dia 10 de Junho.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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