Mundo
19/03/2008 - 18h56

EUA publicam 11 mil páginas da agenda oficial de Hillary Clinton

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da France Presse, em Washington

Os Arquivos Nacionais Norte-americanos difundiram pela internet mais de 11 mil páginas da agênda oficial de Hillary Clinton, correspondentes aos 2.888 dias que ela foi primeira dama, entre 1993 e 2001.

O porta-voz da equipe de campanha de Hillary, Jay Carson, destacou que os documentos representam um guia e não podem refletir todas as ações que a atual Senadora desempenhou como primeira-dama.

"As agendas ajudam a ilustrar o trabalho importante e profundo de Hillary Clinton no serviço do público, e seu papel de advogada influente do nosso país, internamente e por todo o mundo", completou Carson.

As agendas publicadas suprimiram alguns dados pessoais, mas servem para respaldar as afirmações de Hillary, que usa seus 35 anos de experiência como argumento principal de sua campanha para ser a candidata democrata nas eleições de novembro.

Carson desafiou o rival da Senadora pela nomação democrata, Barack Obama, a seguir o exercício de transparência e publicar os arquivos relativos às suas atividades de senador pelo estado de Illinois.

Os documentos de Hillary foram divulgados a pedido da organização Judicial Watch, que fiscaliza a corrupção governamental. A entidade também requisitou a publicação dos registros telefônicos da ex-primeira dama, mas até agora não obtiveram as informações.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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