McCain encontra Brown para discutir Guerra do Iraque
Colaboração para a Folha Online
O provável candidato republicano para as eleições norte-americanas, John McCain, encontra-se nesta quinta-feira (20) com o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown. Os líderes devem discutir a Guerra do Iraque -- que completa hoje 5 anos --, a economia mundial e o aquecimento global.
A visita a Londres é parte da viagem de McCain ao Oriente Médio e à Europa, que tem o objetivo de credenciar o pré-candidato como um líder mundial. A delegação do republicano já visitou o Iraque, a Jordânia e Israel. No fim do dia, McCain deve ir à Paris, onde planeja se encontrar com o presidente francês Nicolas Sarkozy.
O Reino Unido tem cerca de 4.000 militares com base em um aeroporto fora da cidade iraquiana de Basra, mas pretende diminuir o número para 2.500 nos próximos meses.
Para McCain, a saída das tropas americanas do Iraque seria um erro, porque permitiria a vitória de terroristas. O republicano declarou que a questão agora é "ou se retirar, dar uma vitória para a Al Qaeda e anunciar ao mundo que eles venceram, deixando que este país [o Iraque] afunde, ou saber se implementamos uma estratégia para triunfar".
O encontro de hoje é o primeiro entre Gordon e McCain. O líder britânico também nunca se reuniu com o pré-candidato democrata Barack Obama, mas é um velho amigo da senadora e pré-candidata Hillary Clinton.
McCain também pretende se encontrar com o Comissário Europeu para o Meio Ambiente, Stavros Dimas, para discutir políticas contra o aquecimento global. Dimas quer obter o apoio dos três principais pré-candidatos norte-americanos para um plano de compra de créditos de carbono que visa diminuir as emissões globais de gás carbônico para conter o efeito estufa.
Gafe
Durante sua viagem ao Oriente Médio, na última quarta-feira (19), McCain causou mal-estar ao afirmar que o Irã treinava membros da rede liderada por Osama Bin Laden.
Foi necessário que o senador independente Joe Lieberman -- que acompanha McCain na viagem -- sugerisse uma retratação, já que o Irã é um país predominantemente xiita e os militantes da Al Qaeda são sunitas.
"Quer dizer, os iranianos treinam extremistas, mas não da Al Qaeda", retificou McCain.
Os democratas ironizaram a gafe do provável candidato republicano, lembrando que ele aponta como ponto forte de sua campanha a experiência em política externa.
Com Associated Press e France Presse
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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