Mundo
20/03/2008 - 14h55

Hillary supera Obama em 7 pontos percentuais, aponta Gallup

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da Efe, em Washington

A senadora por Nova York e pré-candidata norte-americana à presidência dos Estados-Unidos, Hillary Clinton, assumiu uma vantagem de 7 pontos percentuais frente a seu rival Barack Obama. De acordo com o Instituto Gallup, a ex-primeira-dama conta com o apoio de 49% dos entrevistados, contra 42 % de Obama.

A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 18 deste mês, entre 1.209 eleitores democratas, e tem a margem de erro de três pontos percentuais.

Hillary e Obama se enfrentam na corrida pela nomeação do partido democrata, na qual o senador por Illinois leva uma pequena vantagem, com cerca de 1.621 delegados a seu favor. Hillary tem 1.479.

É matematicamente impossível que algum deles consiga os 2.025 candidatos necessários para assegurar a candidatura democrata. Com isso, a decisão ficará nas mãos dos superdelegados, os oficiais que podem votar livremente na Convenção Nacional do Partido, sem precisar seguir as primárias realizadas em seus Estados.

A esperança de Hillary para reduzir a diferença com Obama é vencer as primárias da Pensilvânia, no dia 22 de abril, onde estão em jogo 158 delegados.

McCain

Outra pesquisa do instituto Gallup mostra que o provável candidato republicano, John McCain, venceria Barack Obama por 4 pontos percentuais em uma suposta disputa pela presidência. Se a rival fosse Hillary Clinton, McCain venceria por 3 pontos percentuais. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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