Pré-candidatos à Presidência dos EUA tiveram documentos pessoais acessados
Colaboração para a Folha Online
A pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton e o provável candidato republicano, John McCain, também foram vítimas do acesso não autorizado a documentos vinculados a seus passaportes. O departamento de Estado norte-americano se desculpou pelo caso.
O anúncio, realizado pelo porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack, ocorre horas depois de vir à tona a notícia de que três funcionários do departamento haviam acessado o histórico do passaporte do pré-candidato democrata Barack Obama.
Na manhã desta sexta-feira (21), o comitê da senadora Hillary afirmou que já havia recebido uma notificação do acesso aos arquivos em 2007. Os documentos de Hillary foram violados por um trainee contratado para auxiliar no atraso na entrega de passaportes, segundo o porta-voz do Departamento de Estado.
O acesso aos arquivos de McCain foi realizado no início deste ano, por uma das pessoas que também violou os arquivos de Obama.
Os arquivos contêm imagens digitalizadas de pedidos de passaporte, com data de nascimento, informações biográficas, inclusive sobre cidadania, e datas de renovações de passaporte.
O incidente causa um embaraço na administração do presidente George W. Bush e remete ao controverso caso de 1992, quando oficiais do Estado acessaram os arquivos vinculados ao passaporte do ex-presidente Bill Clinton, então candidato democrata à Casa Branca.
Pedido de Desculpas
Também nesta sexta-feira (21), a secretária de Estado norte-americana afirmou que conversou com Obama sobre o acesso irregular a seus arquivos. "Eu disse a ele que sinto muito e que eu estaria bem perturbada se alguém tivesse consultado os arquivos do meu passaporte. Estarei à frente das investigações e chegarei ao fundo do caso", afirmou Rice.
Dois funcionários foram demitidos e um terceiro recebeu uma medida disciplinar pelo caso. O porta-voz do Departamento de Estado afirmou que já ligou para Hillary para se desculpar e ainda irá falar com McCain, que está em viagem na Europa.
McCain disse que não tem muito a dizer sobre o caso por possuir poucas informações. "Se a privacidade de alguém é violada, essa pessoa merece um pedido de desculpas e uma investigação completa. E eu acredito que isso vai acontecer."
Com Efe e Reuters
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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