Mundo
24/03/2008 - 11h00

Hillary quer ajuda de especialistas para resolver crise econômica

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da Associated Press, na Filadélfia

A pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton conversou por telefone nesta segunda-feira (24) com o presidente George W. Bush para criar um grupo de trabalho de emergência e encontrar novas saídas para os problemas financeiros dos Estados Unidos.

A senadora por Nova York afirmou que as questões deveriam ser tratadas por especialistas como Robert Rubin)secretário do Tesouro na administração Bill Clinton) e os ex-presidentes do Federal Reserve (o Banco Central norte-americano) Alan Greenspan e Paul Volcker.

Hillary afirmou que deveria ser feita uma legislação específica para a atual situação, com o objetivo de "ajudar a reestabelecer a confiança" na economia. No projeto dos democratas, "os créditos hipotecários poderiam ser vendidos em massa para os bancos e outros compradores", disse a senadora.

Mas outros passos ainda são necessários, de acordo com Hillary. "[A Casa Branca] também deveria estar pronta para ser uma compradora temporária para adquirir, reestruturar e revender as hipotecas".

Hillary afirmou considerar que o atual pacote de estímulo de US$ 168 bilhões [R$ 291 bilhões] "fez quase nada para ajudar os proprietários e comunidades" e que o governo deveria providenciar um pacote emergencial dirigido especificamente para as famílias prejudicadas, já que o "Federal Reserve ajudou na crise financeira do [banco] Bear Stearns com US$ 30 bilhões [R$ 52 bilhões]".

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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