Mundo
26/03/2008 - 00h19

Declarações ao Fisco mostram que renda de Obama triplicou em seis anos

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da Efe, em Washington

A renda do pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama triplicou entre 2000 e 2006, revelam as declarações do senador por Illinois correspondentes a esses anos.

Segundo esses documentos, Obama e sua mulher, Michelle, acumularam uma renda de US$ 240,5 mil em 2000, soma que, em 2006, atingiu US$ 983,8 mil.

No entanto, o melhor ano financeiro do casal foi 2005, quando os dois declararam US$ 1,6 milhão ao Fisco americano, parte deles referentes aos direitos autorais de um livro escrito pelo senador.

Nesse mesmo ano, o salário da mulher de Obama como administradora foi de US$ 316,9 mil.

Segundo analistas, o escritório de campanha do pré-candidato democrata decidiu divulgar as declarações de renda de Obama e de Michelle para opor ainda mais o senador a Hillary Clinton, sua adversária na disputa pela candidatura democrata à Casa Branca.

"Divulgar as declarações de renda é algo comum e achamos que a campanha de Hillary deveria cumprir com essa norma", disse Robert Gibbs, diretor de comunicações do senador.

A ex-primeira-dama e senadora por Nova York disse que apresentará estes documentos em meados de abril, possivelmente antes das cruciais primárias de 22 de abril no estado da Pensilvânia.

Porém, os porta-vozes de Obama frisaram que isso deve ser feito o mais rápido possível, sugerindo que o senador é um grande defensor da transparência.

"Se a senadora Clinton compartilha desses mesmos ideais, tudo o que tem que fazer é enviar alguém a Kinkos" (uma rede de fotocopiadoras), ressaltou Gibbs.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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