Hillary pede reação "enérgica" dos EUA em relação à violência no Tibete
da Efe, em Washington
A senadora por Nova York Hillary Clinton, pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos, disse hoje que o governo norte-americano deveria adotar uma postura mais enérgica em relação ao uso da violência que a China utiliza no Tibete.
"Acho que deveríamos falar de maneira muito mais enérgica e manifestar nosso apoio ao povo de Tibete, que tenta preservar sua cultura e sua religião perante as enormes pressões chinesas", afirmou Hillary durante um discurso de campanha na Pensilvânia.
Ao mesmo tempo, porém, a ex-primeira-dama dos EUA descartou a possibilidade de um boicote americano aos Jogos Olímpicos de Pequim, que acontecem este ano.
"Acho que o que ocorre no Tibete é extremamente preocupante e uma rotina no tratamento que o governo chinês dispensa ao Tibete", acrescentou a senadora.
Hillary, que disputa a candidatura democrata à Casa Branca com o senador por Illinois Barack Obama, destacou que os EUA deveriam dar sua opinião a respeito da situação e não esperar até os Jogos Olímpicos.
No entanto, declarou que ainda não tem uma opinião a respeito da participação ou não dos Estados Unidos na Olimpíada de Pequim.
Leia mais
- Análise: Pinóquio, Judas e 10% nas eleições dos EUA
- Competição entre Hillary e Obama pode beneficiar democratas
- Hillary Clinton diz que exagerou sobre risco vivido na Bósnia
- Hillary pede ajuda para as famílias atingidas pela crise econômica
- Obras da série "Folha Explica" discutem política e eleições
Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
avalie fechar
avalie fechar
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
avalie fechar