Mundo
26/03/2008 - 07h17

Hillary pede reação "enérgica" dos EUA em relação à violência no Tibete

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da Efe, em Washington

A senadora por Nova York Hillary Clinton, pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos, disse hoje que o governo norte-americano deveria adotar uma postura mais enérgica em relação ao uso da violência que a China utiliza no Tibete.

"Acho que deveríamos falar de maneira muito mais enérgica e manifestar nosso apoio ao povo de Tibete, que tenta preservar sua cultura e sua religião perante as enormes pressões chinesas", afirmou Hillary durante um discurso de campanha na Pensilvânia.

Ao mesmo tempo, porém, a ex-primeira-dama dos EUA descartou a possibilidade de um boicote americano aos Jogos Olímpicos de Pequim, que acontecem este ano.

"Acho que o que ocorre no Tibete é extremamente preocupante e uma rotina no tratamento que o governo chinês dispensa ao Tibete", acrescentou a senadora.

Hillary, que disputa a candidatura democrata à Casa Branca com o senador por Illinois Barack Obama, destacou que os EUA deveriam dar sua opinião a respeito da situação e não esperar até os Jogos Olímpicos.

No entanto, declarou que ainda não tem uma opinião a respeito da participação ou não dos Estados Unidos na Olimpíada de Pequim.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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