Obama critica resposta de McCain à crise imobiliária
Colaboração para a Folha Online
O pré-candidato democrata Barack Obama atacou nesta quarta-feira a resposta do provável candidato republicano à Casa Branca, John McCain, à crise dos empréstimos hipotecários nos Estados Unidos, que qualificou de "insulto às famílias que foram afetadas".
"John McCain já disse que não entende tanto assim de economia, e ele confirmou isso ontem [terça-feira] durante seu discurso sobre a crise imobiliária", declarou o senador democrata na Carolina do Norte.
"Ele disse que a melhor forma de encarar o fato de milhões de americanos estarem perdendo suas casas é ficar de braços cruzados e ver o que acontece", disse. "Já passamos por esse caminho. É o mesmo caminho que (o presidente) George W. Bush trilhou nos últimos oito anos", acrescentou Obama.
O senador pelo Arizona falou sobre a crise e apresentou suas propostas em reunião com líderes empresariais da Califórnia nesta terça-feira.
Propostas
McCain disse apostar em reformas no sistema financeiro centradas na melhora da transparência e da responsabilidade, principalmente dos bancos de crédito.
"Eu sempre estive comprometido com o princípio de que não é dever do nosso governo recompensar aqueles que agiram com irresponsabilidade, sendo eles grandes bancos ou pequenos compradores (...) A ajuda do governo para o sistema bancário deve ser apenas baseada na prevenção dos riscos que podem prejudicar todo o sistema financeiro e a economia".
O senador também afirmou que a principal ferramenta para melhorar a economia americana no futuro é o corte de impostos de famílias, empreendedores e pequenos comerciantes. "Para tornar os impostos mais simples é preciso reduzir as taxas corporativas e incentivar os investimentos".
Também na terça-feira, Howard Dean, chefe do partido democrata, criticou as propostas de McCain. Para Dean, o republicano apresentou medidas que em geral privilegiam a não intervenção do Estado na economia --semelhantes às de Bush-- que teriam levado os EUA para a atual crise.
Com France Presse
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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