G8 deveria incluir Brasil e Índia, diz McCain
Colaboração para a Folha Online
O provável candidato republicano John McCain disse nesta quarta-feira que o G8 (grupo que reúne os sete países mais ricos do mundo e a Rússia) deveria incluir o Brasil e a Índia e excluir a Rússia.
As declarações foram feitas em um discurso sobre política internacional em Los Angeles, Califórnia, na sede do instituto de pesquisas World Affairs Council.
Para o senador pelo Arizona, as nações ocidentais não deveriam tolerar as chantagens da Rússia por sua posição como potência nuclear. Mas deveriam deixar claro que as portas da Otan "permanecem abertas a todas as democracias comprometidas com a defesa da liberdade".
McCain considera que o G8 deve ser um grupo com apenas democracias de mercado, como o Brasil e a Índia, que poderiam entrar no lugar da Rússia, integrante do grupo apenas por ser uma potência nuclear.
O republicano disse ainda que os EUA não são mais a única superpotência democrática, citando outras regiões e nações com papel destacado no cenário global: União Européia, Índia, Japão, Austrália, Brasil, Coréia do Sul, África do Sul, Turquia e Israel.
América Latina
Tratando das relações dos EUA com a América Latina, o senador disse que o continente americano pode ser um modelo de democracia no século 21.
"O nosso pode ser o primeiro continente completamente democrático, onde o comércio seja livre através das fronteiras, onde o respeito à lei e ao livre mercado garantam a segurança e a prosperidade de todos".
McCain também opinou sobre o futuro das relações dos EUA com a União Européia (UE).
Livre mercado
Segundo a agência de notícias Reuters, o republicano disse que os EUA deveriam construir um tratado de livre comércio com os 27 países que compõe o bloco europeu. McCain também defendeu o Nafta (Tratado de Livre Comércio da América do Norte).
"Eu não tenho receio em defender o Nafta e os tratados de livre comércio. De fato, seria interessante ter um tratado de livre comércio entre nós e a União Européia", disse.
"Eles [UE] são um dos maiores blocos econômicos do mundo, se não o maior", acrescentou.
McCain afirmou ainda que o bloco europeu é mais avançado que os EUA em temas importantes. "Eu entendo que alguns de seus passivos ambientais e trabalhistas são mais avançados que os nossos. Seria muito interessante ver como os opositores dos tratados de livre comércio responderiam a isso".
Com agências internacionais
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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