Mundo
27/03/2008 - 11h03

Filha é um dos maiores cabos eleitorais da campanha de Hillary

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Colaboração para a Folha Online

Chelsea Clinton, filha da pré-candidata democrata Hillary Clinton e do ex-presidente Bill Clinton, tornou-se um dos maiores cabos eleitorais de Hillary. Ela mantém uma agenda ocupada com eventos por todo os Estados Unidos, principalmente em campi de universidades.

Chelsea, 28, discursou, nesta quarta-feira à noite, sobre as conquistas de sua mãe e seus planos para melhorar a economia e acabar com a Guerra no Iraque.

"Eu gosto de pensar que eu sou a apoiadora mais entusiasmada de minha mãe, mas talvez haja alguns rivais na platéia esta noite", brincou durante o discurso em um evento de arrecadação de verbas para campanha de Hillary, em Washington.

11.mar.08.Rogelio V. Solis/AP
Chelsea Clinton, right, speaks with 88-year-old Bea Gotthelf of Jackson at Broad Street Baking Co. and Cafe, about her mother's positions on health care and the economy, Tuesday, March 11, 2008, in Jackson, Miss. The daughter of Democratic presidential hopeful Sen. Hillary Rodham Clinton, D-N.Y., went from table to table chatting with customers stopped at the busy Jackson coffee house to campaign for her mother. Mississippi is the only state holding a primary today and with 33 Democratic delegates to win, has attracted much national attention. (AP Photo/Rogelio V. Solis)
Chelsea Clinton (dir) conversa com eleitora sobre a política de sua mãe, Hillary Clinton

No palco do Daughters of the American Revolution (DAR), a apenas duas quadras da Casa branca, em Washington, Chelsea encorajou a platéia a conquistar os eleitores dos Estados que ainda não realizaram primárias "para que nós possamos ter a presidente que precisamos, não somente para nós e nossa geração, mas para nossos filhos e netos que eu sei que minha mãe quer ter".

Ela apresentou Hillary ao público, que depois acompanhou o discurso já tradicional da senadora.

Os participantes do concerto em Washington pagaram entre US$ 25 e US$ 500 por ingressos, dependendo de onde eles sentaram na platéia da DAR.

Segundo a equipe de campanha, todos os 2.500 ingressos foram vendidos, mas nem todos os lugares foram ocupados. Em três eventos na quarta-feira, a equipe disse ter arrecadado cerca de US$ 500 mil.

Perguntas polêmicas

Na terça-feira (25), Chelsea participou de um evento de campanha em Indianapolis para atrair eleitores da Universidade Butler para as primárias do Estado, que ocorrem dia 6 de maio.

No evento, um aluno da platéia de cerca de 200 estudantes questionou se a credibilidade de Hillary não teria sido prejudicada pelas relações sexuais entre Bill Clinton e Mônica Lewinsky, estagiária da Casa Branca em 1998.

O escândalo não causou o impeachment do ex-presidente, mas culminou em uma acusação penal de falso testemunho contra Clinton.

"Você é a primeira pessoa que me pergunta isso, nas cerca de 70 faculdades em que estive", disse Chelsea.

Ao contrário de seu pai, que negou as supostas relações com Lewinsky, Chelsea foi dura: "Eu não acredito que isso seja da sua conta". A resposta ganhou muitos aplausos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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