Filha é um dos maiores cabos eleitorais da campanha de Hillary
Colaboração para a Folha Online
Chelsea Clinton, filha da pré-candidata democrata Hillary Clinton e do ex-presidente Bill Clinton, tornou-se um dos maiores cabos eleitorais de Hillary. Ela mantém uma agenda ocupada com eventos por todo os Estados Unidos, principalmente em campi de universidades.
Chelsea, 28, discursou, nesta quarta-feira à noite, sobre as conquistas de sua mãe e seus planos para melhorar a economia e acabar com a Guerra no Iraque.
"Eu gosto de pensar que eu sou a apoiadora mais entusiasmada de minha mãe, mas talvez haja alguns rivais na platéia esta noite", brincou durante o discurso em um evento de arrecadação de verbas para campanha de Hillary, em Washington.
| 11.mar.08.Rogelio V. Solis/AP |
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| Chelsea Clinton (dir) conversa com eleitora sobre a política de sua mãe, Hillary Clinton |
No palco do Daughters of the American Revolution (DAR), a apenas duas quadras da Casa branca, em Washington, Chelsea encorajou a platéia a conquistar os eleitores dos Estados que ainda não realizaram primárias "para que nós possamos ter a presidente que precisamos, não somente para nós e nossa geração, mas para nossos filhos e netos que eu sei que minha mãe quer ter".
Ela apresentou Hillary ao público, que depois acompanhou o discurso já tradicional da senadora.
Os participantes do concerto em Washington pagaram entre US$ 25 e US$ 500 por ingressos, dependendo de onde eles sentaram na platéia da DAR.
Segundo a equipe de campanha, todos os 2.500 ingressos foram vendidos, mas nem todos os lugares foram ocupados. Em três eventos na quarta-feira, a equipe disse ter arrecadado cerca de US$ 500 mil.
Perguntas polêmicas
Na terça-feira (25), Chelsea participou de um evento de campanha em Indianapolis para atrair eleitores da Universidade Butler para as primárias do Estado, que ocorrem dia 6 de maio.
No evento, um aluno da platéia de cerca de 200 estudantes questionou se a credibilidade de Hillary não teria sido prejudicada pelas relações sexuais entre Bill Clinton e Mônica Lewinsky, estagiária da Casa Branca em 1998.
O escândalo não causou o impeachment do ex-presidente, mas culminou em uma acusação penal de falso testemunho contra Clinton.
"Você é a primeira pessoa que me pergunta isso, nas cerca de 70 faculdades em que estive", disse Chelsea.
Ao contrário de seu pai, que negou as supostas relações com Lewinsky, Chelsea foi dura: "Eu não acredito que isso seja da sua conta". A resposta ganhou muitos aplausos.
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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