Mundo
27/03/2008 - 17h10

Antes rivais, republicanos Romney e McCain fazem campanha juntos

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Colaboração para a Folha Online

O ex-pré-candidato republicano à Presidência norte-americana Mitt Romney fez nesta quinta-feira (27) uma campanha de arrecadação de fundos para a provável candidatura de seu antes rival John McCain, em Utah.

Os republicanos estavam acompanhados do governador de Utah, Jon Huntsman Jr., mencionado algumas vezes pelo partido como um potencial vice-presidente. Logo após a campanha no Estado, eles partiram para Denver para uma segunda arrecadação.

McCain foi obrigado a aumentar seus fundos em razão da diferença de verba que possuía em relação aos seus rivais democratas Hillary Clinton e Barack Obama.

Romney, ex-governador de Massachusetts, desistiu da corrida pela Presidência no mês passado, depois de ficar aparente que seria impossível vencer McCain em número de delegados para a convenção republicana de agosto. Uma semana depois, ele demonstrou apoio ao senador pelo Arizona e se dispôs a ajudar em qualquer coisa que McCain precisasse no caminho da nomeação. Há alguns meses, a união entre os republicanos parecia impossível, devido aos ataques e acusações que trocavam.

Romney costumava afirmar que McCain apoiava o sistema falido de Washington por não pertencer à linha conservadora do Partido Republicano. McCain dizia considerar os argumentos de Romney equivocados e controversos em questões sérias da campanha.

Mas a popularidade do ex-governador de Massachussets em Utah e Colorado pode ajudar McCain na arrecadação de fundos para as eleições gerais de novembro, o que determinou a parceria entre os dois.

Nos últimos discursos, McCain tem elogiado Romney como alguém que certamente continua com um grande papel no Partido Republicano. Romney, por sua vez, sugeriu que aceitaria ser o número 2 da lista para as eleições de Novembro, o que faz alguns republicanos pensarem que ele quer firmar sua candidatura para as eleições de 2012.

Com Associated Press

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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