Antes rivais, republicanos Romney e McCain fazem campanha juntos
Colaboração para a Folha Online
O ex-pré-candidato republicano à Presidência norte-americana Mitt Romney fez nesta quinta-feira (27) uma campanha de arrecadação de fundos para a provável candidatura de seu antes rival John McCain, em Utah.
Os republicanos estavam acompanhados do governador de Utah, Jon Huntsman Jr., mencionado algumas vezes pelo partido como um potencial vice-presidente. Logo após a campanha no Estado, eles partiram para Denver para uma segunda arrecadação.
McCain foi obrigado a aumentar seus fundos em razão da diferença de verba que possuía em relação aos seus rivais democratas Hillary Clinton e Barack Obama.
Romney, ex-governador de Massachusetts, desistiu da corrida pela Presidência no mês passado, depois de ficar aparente que seria impossível vencer McCain em número de delegados para a convenção republicana de agosto. Uma semana depois, ele demonstrou apoio ao senador pelo Arizona e se dispôs a ajudar em qualquer coisa que McCain precisasse no caminho da nomeação. Há alguns meses, a união entre os republicanos parecia impossível, devido aos ataques e acusações que trocavam.
Romney costumava afirmar que McCain apoiava o sistema falido de Washington por não pertencer à linha conservadora do Partido Republicano. McCain dizia considerar os argumentos de Romney equivocados e controversos em questões sérias da campanha.
Mas a popularidade do ex-governador de Massachussets em Utah e Colorado pode ajudar McCain na arrecadação de fundos para as eleições gerais de novembro, o que determinou a parceria entre os dois.
Nos últimos discursos, McCain tem elogiado Romney como alguém que certamente continua com um grande papel no Partido Republicano. Romney, por sua vez, sugeriu que aceitaria ser o número 2 da lista para as eleições de Novembro, o que faz alguns republicanos pensarem que ele quer firmar sua candidatura para as eleições de 2012.
Com Associated Press
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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