Obama ganha apoio de popular senador da Pensilvânia
Colaboração para a Folha Online
O senador Bob Casey da Pensilvânia, local das próximas primárias democratas, em 22 de abril endossou nesta sexta-feira seu apoio ao pré-candidato Barack Obama.
A equipe de campanha de Obama divulgou que Casey aparecerá na tarde de hoje em um evento de campanha de Obama, no Estado. Com 158 delegados em jogo, a Pensilvânia é foco de disputa entre os pré-candidatos democratas que continuam em uma disputa acirrada pela nomeação.
| Dennis Cook/AP |
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| Senador Bob Casey, da Pensilvânia confirma seu apoio ao democrata Barack Obama |
Casey também participará de uma viagem de seis dias no ônibus da campanha que atravessará a Pensilvânia, começando por Pittsburgh.
O apoio de políticos locais pode fortalecer a credibilidade do candidato para as primárias, apesar de não haver estudos precisando qual seu exato impacto sobre os eleitores.
"O apoio vem sempre como uma surpresa. Casey estava impossível de persuadir. Ele queria permanecer neutro até depois da primária. Ele disse que queria ajudar a unificar o partido", declarou em comunicado, Dan Pfeiffer, diretor de comunicação de Obama.
Segundo Pfeiffer, os estrategistas de Obama esperam que Casey possa ajudar o seu candidato a ganhar apoio entre o eleitorado de trabalhadores brancos que são freqüentemente nomeados de "democratas de Casey". O grupo é caracterizado como liberal na economia, conservador na proibição do aborto e apóia o direito de possuir armas.
Casey, que é filho de um popular ex-governador do Estado, pode ajudar Obama também entre o eleitorado católico que respondem por 30% dos eleitores da Pensilvânia.
Somente na semana passada, a campanha de Obama gastou US$ 1,6 milhão em propagandas de televisão. Contudo, Hillary Clinton ainda lidera nas pesquisas de opinião e tem o apoio do governador do Estado, Ed Rendell e outros democratas proeminentes.
Até o momento, Obama conta com 1.622 delegados contra 1.425 de Hillary, segundo dados da rede de televisão CNN. A pequena diferença indica que a decisão ficará a cargo dos cerca de 800 superdelegados, como Casey e Rendell, que declaram oficialmente seu voto na convenção democrata nacional, em 25 de agosto.
Com Reuters
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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