Mundo
29/03/2008 - 13h24

Republicano John McCain irá fazer tour "autobiográfico" pelos EUA

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da Folha Online

Na tentativa de se manter na mídia durante os meses que faltam para a convenção nacional republicana, em setembro, John McCain, provável candidato à Casa Branca, fará um tour "autobiográfico" na próxima semana, segundo o jornal americano "Los Angeles Times".

Leia a íntegra da reportagem em inglês.

De acordo com o "LA Times", McCain disse nesta sexta-feira que o giro incluirá locais em que ele "já teve a oportunidade de servir ao país". Atualmente, ele é senador pelo Arizona.

"Cada um dos locais onde estarei fez parte das experiências que moldaram meu ponto de vista", disse ele a repórteres nesta sexta-feira.

Na próxima segunda-feira (31), ele assistirá a um show aéreo no campo McCain--que leva o nome de seu pai, John McCain 2º-- em Meridian, no Mississippi.

O senador, que foi instrutor aéreo no local, deve focar seu discurso na tradição de sua família de dedicar-se ao serviço militar. McCain nasceu em uma base militar americana na Zona do Canal, no Panamá, área administrada então pelos EUA, onde seu pai, almirante da Marinha, estava destacado.

No dia seguinte, o republicano deve participar de um ato em Alexandria, na Virgínia.

Na quarta-feira (2), fará uma parada na Academia Naval de Annapolis (Maryland), onde se formou como quinto melhor aluno, e em Pensacola (Flórida), onde fez escola de aviação.

Um dia depois, McCain passará por Jacksonville (Flórida), onde sua mulher e seus filhos moraram no período em que ele foi prisioneiro de guerra no Vietnã.

Na sexta-feira (4), irá a Memphis para um discurso que marcará os 40 anos da morte de Martin Luther King Jr. O tour termina no sábado no Arizona, onde iniciou a carreira política.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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