Ao "Post", Hillary reafirma intenção de permanecer na corrida
da Folha Online
Apesar da pressão por parte de líderes do Partido Democrata para que abandone a corrida pela candidatura à Casa Branca, a senadora por Nova York Hillary Clinton reafirmou, em entrevista ao jornal "Washington Post", que pretende se manter na disputa.
Leia a íntegra da reportagem do "Post" em inglês.
"Eu sei que algumas pessoas querem que isso se resolva de imediato, e acho que elas estão erradas", disse Hillary em entrevista publicada na edição deste domingo do "Post".
"Eu não tenho intenção de abandonar a corrida antes de terminarmos o que começamo, antes de ver o que ocorrerá nas próximas dez primárias, e antes de resolvermos a Flórida e Michigan, E, caso isso não seja resolvido, será levado para a convenção [nacional democrata, em agosto]".
"Não podemos seguir em frente sem resolvermos a Flórida e Michigan, caso contrário, o indicado não terá a legitimidade que desejamos", disse ainda Hillary ao "Post" neste sábado.
Democratas na Flórida e em Michigan quebraram as regras do partido e realizaram primárias em janeiro, mas os resultados foram anulados. Hillary venceu nos dois Estados, mas o nome de seu rival, o senador por Illinois Barack Obama, não constava nas cédulas em Michigan.
Obama está à frente de Hillary com 1.623 delegados contra 1.499 da ex-primeira-dama. No entanto, ela diz que ainda pode vencê-lo, e que os democratas devem ter a chance de votar.
Líderes democratas dizem que a disputa entre Hillary e Obama deve ser resolvida o mais rápido possível, para que o indicado possa se focar na corrida com o provável candidato republicano, o senador pelo Arizona John McCain, nas eleições gerais de 4 de novembro.
Durante ato de campanha na Pensilvânia neste domingo, Obama disse que Hillary pode permanecer na corrida "por quanto tempo ela desejar".
"Minha posição é que a senadora Clinton pode continuar na corrida por quanto tempo ela desejar. Seu nome está nas cédulas, e ela é uma rival formidável", disse Obama, que ainda rejeitou a idéia de que a demora na escolha do candidato possa causar divisão no partido.
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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