Mundo
31/03/2008 - 11h12

McCain apela para valores morais para ganhar eleitores

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Colaboração para a Folha Online

O provável candidato republicano John McCain iniciou, nesta segunda-feira, uma nova fase de sua campanha à Presidência dos Estados Unidos. Ele discursará sobre seus valores morais e se declarará como um "servidor imperfeito de meu país" que nasceu em uma família de guerreiros norte-americanos devotados a honra, coragem e dever.

No discurso distribuído previamente à mídia, ele afirma ser filho e neto de de almirantes. "Eles foram meus primeiros heróis e seu respeito por mim foi uma das maiores ambições de minha vida... Eles me mostraram como amar meu país, e isso fez toda diferença para mim", afirmou McCain.

26.mar.08Mary Altaffer/AP
Republican presidential candidate, Sen. John McCain, R-Ariz., addresses members and guests of the Los Angeles Worlds Affairs Council, Wednesday, March 26, 2008, in Los Angeles. (AP Photo/Mary Altaffer)
O republicano John McCain fala no Los Angeles Worlds Affairs Council

Após ter garantido sua nomeação à candidatura presidencial republicano, com mais de 1.191 votos, McCain quer se tornar uma figura pública de grande apelo entre o eleitorado norte-americano.

McCain agendou o discurso para esta segunda-feira, na Universidade do Estado do Mississippi, a primeira parada de sua viagem de uma semana por locais importantes de sua trajetória, um esforço de sua equipe para fazê-lo conhecido como o candidato republicano para à Presidência.

No texto, McCain não menciona nenhum de seus possíveis rivais democratas, os pré-candidatos Hillary Clinton e Barack Obama .

Também não há menção sobre a Guerra no Iraque, a qual ele é favorável ou a temas econômicos, como uma possível solução para a crise imobiliária. Os dois temas marcam a divergência entre sua campanha e os candidatos democratas.

No lugar, ele aborda, em termos gerais, do papel do governo: "Nenhum governo é capaz de cuidar das crianças tão atenciosamente e sabiamente como a mãe e o pai que as amam. Mas o governo deve estar atento ao impacto de suas políticas familiares para que não torne mais difícil, através da falta de atenção e arrogância, que os pais tenham os recursos necessários para conseguirem realizar o trabalho mais importante de suas vidas: criar seus filhos".

McCain ressalta que o governo tem um papel a cumprir "na educação, no combate às ameaças de predadores online à segurança e felicidade das crianças e em ajudar a tornar os planos de saúde mais acessíveis aos menos afortunados". Nestes temas, o governo deve agir de maneira urgente, efetiva e sábia.

Com Associated Press

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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