Hillary diz que aguarda "ansiosa" documentário sobre os Rolling Stones
Colaboração para a Folha Online
A pré-candidata democrata Hillary Clinton revelou na manhã de domingo que "mal pode esperar" para ver "Rolling Stones- Shine a Light" , o novo documentário do diretor Martin Scorsese sobre a legendária banda de rock, Rolling Stones.
Em uma entrevista a repórteres em seu avião de campanha, Hillary descontraiu o tom das perguntas afirmando que é grande fã da banda, e que espera "ansiosamente" para ver a estréia mundial do documentário, na sexta-feira (4).
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A primeira vez que Hillary foi a um show do Rolling Stones foi em 1965, ainda aluna de colégio. Desde então, ela já foi algumas outras vezes a espetáculos dos roqueiros.
Na entrevista, ela afirmou ainda que admira Mick Jagger, 64, o vocalista da banda, e sua ética de trabalho.
"Se você for a um show dos Stones hoje em dia, e eu fui, é simplesmente fantástico. Ele tem uma presença incrível. Ele é muito disciplinado, faz exercícios físicos e é extremamente devotado ao que faz", elogiou Hillary.
Documentário
"Shine a Light" abriu o 58º Festival de Berlim e é tido como um filme de qualidade, que agradaria mesmo os que não são fãs do cineasta norte-americano ou da banda inglesa.
O roteiro gira em torno do show que os Stones fizeram no Beacon Theatre em Nova York, em 2006.
Mas Scorsese acrescentou elementos de suspense, de história, humor e intriga, principalmente na rivalidade entre os guitarristas Keith Richards e Ron Wood.
Em meio à crônica do filme, Scorsese revela o momento do encontro de Richards com Dorothy Rodham, 88, mãe de Hillary.
A Fundação Clinton, entidade filantrópica do ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, organizou um evento de arrecadação de verbas durante um dos shows.
Na entrevista deste domingo, Hillary disse que sua mãe é ainda mais fã dos Stones do que ela. "Eu pensei que ela iria levitar", disse ela sobre o momento em que ela apresentou sua mãe a Jagger e Richards.
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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