Mundo
31/03/2008 - 16h10

Hillary diz que aguarda "ansiosa" documentário sobre os Rolling Stones

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Colaboração para a Folha Online

A pré-candidata democrata Hillary Clinton revelou na manhã de domingo que "mal pode esperar" para ver "Rolling Stones- Shine a Light" , o novo documentário do diretor Martin Scorsese sobre a legendária banda de rock, Rolling Stones.

Em uma entrevista a repórteres em seu avião de campanha, Hillary descontraiu o tom das perguntas afirmando que é grande fã da banda, e que espera "ansiosamente" para ver a estréia mundial do documentário, na sexta-feira (4).

Assista ao trailer no You Tube

A primeira vez que Hillary foi a um show do Rolling Stones foi em 1965, ainda aluna de colégio. Desde então, ela já foi algumas outras vezes a espetáculos dos roqueiros.

Na entrevista, ela afirmou ainda que admira Mick Jagger, 64, o vocalista da banda, e sua ética de trabalho.

"Se você for a um show dos Stones hoje em dia, e eu fui, é simplesmente fantástico. Ele tem uma presença incrível. Ele é muito disciplinado, faz exercícios físicos e é extremamente devotado ao que faz", elogiou Hillary.

Documentário

"Shine a Light" abriu o 58º Festival de Berlim e é tido como um filme de qualidade, que agradaria mesmo os que não são fãs do cineasta norte-americano ou da banda inglesa.

O roteiro gira em torno do show que os Stones fizeram no Beacon Theatre em Nova York, em 2006.

Mas Scorsese acrescentou elementos de suspense, de história, humor e intriga, principalmente na rivalidade entre os guitarristas Keith Richards e Ron Wood.

Em meio à crônica do filme, Scorsese revela o momento do encontro de Richards com Dorothy Rodham, 88, mãe de Hillary.

A Fundação Clinton, entidade filantrópica do ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, organizou um evento de arrecadação de verbas durante um dos shows.

Na entrevista deste domingo, Hillary disse que sua mãe é ainda mais fã dos Stones do que ela. "Eu pensei que ela iria levitar", disse ela sobre o momento em que ela apresentou sua mãe a Jagger e Richards.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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