Mundo
31/03/2008 - 19h22

McCain faz viagem biográfica e busca se distanciar de Bush

Publicidade

da France Presse, em Washingon

O provável candidato republicano à presidência dos Estados Unidos John McCain citou nesta segunda-feira durante campanha eleitoral sua história militar familiar, tentando também se aproveitar da hostilidade entre os dois pré-candidatos democratas.

O senador pelo Arizona começou viagem, de uma semana, no Mississipi, perto de uma base aérea com o nome de seu avô, e lá também falou sobre o pai, um militar que fez carreira na Marinha americana.

"Eles deram suas vidas por seu país e me ensinaram lições de honra, coragem, dever, perseverança e liderança que só compreendi mais tarde na vida", disse McCain.

Amor

"Fui um servidor imperfeito do meu país durante muitos anos, mas me ensinaram a amar minha nação", afirmou.

McCain busca firmar sua imagem para fugir de caracterizações de maneira negativa, pelo que enaltece sempre seu histórico militar, lembrando os cinco anos como prisioneiro de guerra no Vietnã.

O candidato republicano também tem a preocupação de se distanciar da impopularidade do presidente George W. Bush, e de abafar os ataques da dupla democrata que o acusa de não ser capaz de lidar com uma economia aparentemente em recessão.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
avalie fechar
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
avalie fechar
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2849)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca