Mundo
01/04/2008 - 14h07

Chelsea Clinton enfrenta outra pergunta sobre o caso Monica Lewinsky

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Colaboração para a Folha Online

Um estudante da Carolina do Norte trouxe novamente o tema Monica Lewinsky nesta segunda-feira (31) durante um discurso feito por Chelsea Clinton, filha e cabo eleitoral da pré-candidata democrata à Presidência norte-americana Hillary Clinton.

Veja vídeo, em inglês, na CNN

O estudante afirmou que o escândalo era de interesse público por que ocorreu enquanto Bill Clinton era presidente dos Estados Unidos.

4.mar.08 - Joshua Gunter/AP
Senadora Hillary Clinton e sua filha Chelsea em celebração com partidários após a vitória nas primárias de Ohio, em 4 de março.
Senadora Hillary Clinton e sua filha Chelsea em celebração com partidários após a vitória nas primárias de Ohio, em 4 de março.

Chelsea discordou e novamente se esquivou da pergunta: "Isso não é da sua conta (...) É algo pessoal da minha família. E eu tenho certeza que há coisas que são pessoais da sua família que você acredita que não são do interesse de mais ninguém".

Logo após a resposta, o estudante se levantou para deixar o evento, e Chelsea completou: "Eu não acho que você deveria votar a favor ou contra a minha mãe por causa do meu pai".

Mais tarde, o canal WTVD, uma afiliada da CNN, registrou a defesa do estudante: "Eu senti que [o assunto] era do nosso interesse por que ele [Bill Clinton] era presidente na época e o seu primeiro dever era ser um cidadão".

Mas essa não é a primeira vez que o assunto vem à tona durante um discurso de Chelsea em universidades. Na semana passada, um aluno da Universidade de Butler, em Indiana, perguntou se o caso Lewinsky havia ferido a reputação de Hillary.

Chelsea se mostrou surpresa com a situação: "Você é a primeira pessoa que me pergunta isso, nas cerca de 70 faculdades em que estive. E eu não acho que isso seja da sua conta".

Mas o estudante de Butler afirmou ter a melhor das intenções. Como um eleitor de Hillary, ele pensava estar somente criando uma oportunidade para que Chelsea mostrasse a força de sua mãe.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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