Chelsea Clinton enfrenta outra pergunta sobre o caso Monica Lewinsky
Colaboração para a Folha Online
Um estudante da Carolina do Norte trouxe novamente o tema Monica Lewinsky nesta segunda-feira (31) durante um discurso feito por Chelsea Clinton, filha e cabo eleitoral da pré-candidata democrata à Presidência norte-americana Hillary Clinton.
O estudante afirmou que o escândalo era de interesse público por que ocorreu enquanto Bill Clinton era presidente dos Estados Unidos.
| 4.mar.08 - Joshua Gunter/AP |
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| Senadora Hillary Clinton e sua filha Chelsea em celebração com partidários após a vitória nas primárias de Ohio, em 4 de março. |
Chelsea discordou e novamente se esquivou da pergunta: "Isso não é da sua conta (...) É algo pessoal da minha família. E eu tenho certeza que há coisas que são pessoais da sua família que você acredita que não são do interesse de mais ninguém".
Logo após a resposta, o estudante se levantou para deixar o evento, e Chelsea completou: "Eu não acho que você deveria votar a favor ou contra a minha mãe por causa do meu pai".
Mais tarde, o canal WTVD, uma afiliada da CNN, registrou a defesa do estudante: "Eu senti que [o assunto] era do nosso interesse por que ele [Bill Clinton] era presidente na época e o seu primeiro dever era ser um cidadão".
Mas essa não é a primeira vez que o assunto vem à tona durante um discurso de Chelsea em universidades. Na semana passada, um aluno da Universidade de Butler, em Indiana, perguntou se o caso Lewinsky havia ferido a reputação de Hillary.
Chelsea se mostrou surpresa com a situação: "Você é a primeira pessoa que me pergunta isso, nas cerca de 70 faculdades em que estive. E eu não acho que isso seja da sua conta".
Mas o estudante de Butler afirmou ter a melhor das intenções. Como um eleitor de Hillary, ele pensava estar somente criando uma oportunidade para que Chelsea mostrasse a força de sua mãe.
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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