Após mortes de sindicalistas, Obama se opõe a tratado com a Colômbia
da Efe, em Washington
O senador e pré-candidato democrata à Presidência norte-americana Barack Obama afirmou hoje que manterá a sua oposição ao Tratado de Livre Comércio (TLC) com a Colômbia, alguns dias depois que o atual presidente, George W. Bush, orientou ao Congresso a aprovação o acordo.
"A violência contra os sindicatos da Colômbia ridiculizaria as proteções de trabalho que insistimos que se incluam nesse tipo de acordo", afirmou em um comício eleitoral na Filadélfia divulgado nesta quarta-feira (2) pelo "The Wall Street Journal"
Hillary Clinton, a rival de Obama na corrida pela nomeação democrata, também se opõe ao TLC com a Colômbia.
Na última segunda-feira (31), Bush recomendou ao Congresso que aprove os temas pendentes, os quais descreveu como "prioridades vitais", entre eles o acordo com o país andino.
Pensilvânia
Nesta quarta-feira (2), Obama discursou na Pensilvânia, durante a convenção anual da confederação de sindicatos dos Estados Unidos. O Estado realizará suas eleições primárias no próximo dia 22.
Os sindicatos norte-americanos se opõem ao TLC com a Colômbia devido à preocupação com a morte de sindicalistas no país latino. A Casa Branca assinou o acordo em novembro de 2006, mas não conseguiu ratificá-lo no Congresso, de maioria democrata, que rejeita o acordo ao argumentar que a Colômbia não fez o suficiente para evitar o assassinato de líderes sindicais.
O atual presidente norte-americano manifestou sua intenção de submeter o acordo à votação do Congresso neste ano. Ileana Ros-Lehtinen, líder dos republicanos no Comitê de Assuntos Exteriores, pediu nesta quarta-feira em declarações na Câmara de Representantes a aprovação do convênio comercial.
"Se o Congresso não atuar para aprovar o TLC com a Colômbia poderíamos entrar em uma era de instabilidade e desconfiança entre os Estados Unidos e nossos aliados neste hemisfério [sul]", concluiu Ros-Lehtinen.
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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