Mundo
03/04/2008 - 22h49

"Sei que posso vencer", diz Hillary Clinton

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da France Presse, em Los Angeles

A senadora Hillary Clinton reafirmou nesta quinta-feira (3) que pode vencer a corrida democrata pela indicação à Casa Branca, em entrevista concedida ao chegar a Burbank, na Califórnia, para arrecadar fundos de campanha.

"Sei que posso vencer, é algo pelo que luto a cada dia", disse Hillary à imprensa. "Estou nisso para ganhar, e é exatamente o que pretendo fazer".

A ex-primeira-dama evitou as perguntas sobre suas conversas com o governador do Novo México, Bill Richardson, a respeito de uma suposta impossibilidade do também pré-candidato Barack Obama chegar à Presidência.

Nesta quarta-feira (2), o jornalista político da rede ABC News, George Stephanopoulos, que foi do gabinete de Bill Clinton em seu primeiro mandato (1993-1997), disse que, segundo suas fontes, o casal Clinton tentou convencer superdelegados a não apoiar Obama, alegando que ele não tem chance contra o provável candidato republicano John McCain na eleição em novembro.

De acordo com a ABC, Hillary disse a Richardson: "Barack Obama não pode ganhar, Bill, Barack Obama não pode ganhar". O governador do Novo México apóia o senador por Illinois.

A ex-primeira-dama se limitou a dizer que não comentaria conversas particulares.

Assessores de Hillary esclareceram que ela jamais afirmou que Obama perderia a eleição contra McCain, mas citaram pesquisas nas quais ela é mais forte do que seu adversário democrata em Estados fundamentais, como Flórida e Ohio.

"A senadora Clinton é mais elegível do que o senador Obama", insistiu seu diretor de estratégia, Mark Penn. "É difícil chegar à Presidência sem Ohio e Flórida".

Richardson será um dos superdelegados democratas que decidirão o nome que concorrerá à Casa Branca, já que nenhum dos dois candidatos obterá os 2.025 delegados necessários para decidir a disputa.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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