"Sei que posso vencer", diz Hillary Clinton
da France Presse, em Los Angeles
A senadora Hillary Clinton reafirmou nesta quinta-feira (3) que pode vencer a corrida democrata pela indicação à Casa Branca, em entrevista concedida ao chegar a Burbank, na Califórnia, para arrecadar fundos de campanha.
"Sei que posso vencer, é algo pelo que luto a cada dia", disse Hillary à imprensa. "Estou nisso para ganhar, e é exatamente o que pretendo fazer".
A ex-primeira-dama evitou as perguntas sobre suas conversas com o governador do Novo México, Bill Richardson, a respeito de uma suposta impossibilidade do também pré-candidato Barack Obama chegar à Presidência.
Nesta quarta-feira (2), o jornalista político da rede ABC News, George Stephanopoulos, que foi do gabinete de Bill Clinton em seu primeiro mandato (1993-1997), disse que, segundo suas fontes, o casal Clinton tentou convencer superdelegados a não apoiar Obama, alegando que ele não tem chance contra o provável candidato republicano John McCain na eleição em novembro.
De acordo com a ABC, Hillary disse a Richardson: "Barack Obama não pode ganhar, Bill, Barack Obama não pode ganhar". O governador do Novo México apóia o senador por Illinois.
A ex-primeira-dama se limitou a dizer que não comentaria conversas particulares.
Assessores de Hillary esclareceram que ela jamais afirmou que Obama perderia a eleição contra McCain, mas citaram pesquisas nas quais ela é mais forte do que seu adversário democrata em Estados fundamentais, como Flórida e Ohio.
"A senadora Clinton é mais elegível do que o senador Obama", insistiu seu diretor de estratégia, Mark Penn. "É difícil chegar à Presidência sem Ohio e Flórida".
Richardson será um dos superdelegados democratas que decidirão o nome que concorrerá à Casa Branca, já que nenhum dos dois candidatos obterá os 2.025 delegados necessários para decidir a disputa.
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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