Mundo
04/04/2008 - 16h14

Hillary promete defender direitos dos gays nos EUA

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da Associated Press, em Washington

A pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, afirmou que vai trabalhar para garantir os direitos dos casais homossexuais, durante entrevista ao programa de televisão "The Ellen DeGeneres Show".

Ellen, a apresentadora do talk-show da Warner Brothers Television, vive com sua mulher, Portia de Rossi.

"Eu vou fazer tudo o que puder para que pessoas como você e Portia tenham direitos de herdar propriedades e de declarar alguém como beneficiário em uma apólice de seguros", afirmou Hillary na entrevista.

"Tudo o que queremos é que [o tratamento] seja justo", respondeu Ellen. "Eu gostei disso".

Hillary disse que defenderia os direitos dos gays se fosse eleita presidente, e eliminaria as disparidades para os casais de mesmo sexo na lei federal, inclusive a respeito de imigração e política de impostos.

Quando questionada pela apresentadora sobre como lidar com as críticas e pedidos para que se retire da disputa, Hillary afirmou que essa situação não é nova. "Você sabe, os meninos costumavam dizer isso para mim o tempo todo", disse a senadora.

Hillary reiterou que não irá deixar a corrida pela nomeação democrata. "Por que eu sairia? Este país (EUA) é algo pelo que vale a pena lutar. Eu estou me divertindo", completou Hillary.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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