Casal Clinton declara renda de US$ 109 milhões em sete anos
Colaboração para a Folha Online
A pré-candidata democrata Hillary Clinton acumulou US$ 109,2 milhões (R$ 186 milhões) entre 2000 e 2007, junto com seu marido, o ex-presidente dos EUA Bill Clinton, de acordo com as declarações de renda publicadas nesta sexta-feira por sua equipe de campanha.
Segundo um relatório sobre suas receitas, cedido por um porta-voz de Hillary, as autobiografias e outros livros do casal lhes proporcionaram um total de mais de US$ 40 milhões (R$ 68 milhões).
Já as palestras do ex-presidente por todo o mundo proporcionaram US$ 52 milhões (R$ 88,7 milhões) aos cofres do casal. Somam-se a isso o salário anual da senadora, mais de US$ 1 milhão (R$ 1,7 milhão) anuais desde 2001, e a aposentadoria de presidente, mais de US$ 1,2 milhão (R$ 2 milhões) anuais.
As declarações de renda do casal revelam que, com base nesses ganhos, os dois pagaram US$ 33,8 milhões (R$ 57,6 milhões) em impostos, disseram os assessores da senadora por Nova York.
Com os documentos apresentados nesta sexta-feira, "os Clinton divulgaram 30 anos de declarações tributárias, o que é um recorde no serviço público", disse Jar Carson, porta-voz da campanha de Hillary.
"Nenhum dos adversários de Hillary Clinton apresentou algo parecido", acrescentou.
Também entre 2000 e 2007, a senadora e o marido doaram US$ 10,25 milhões (R$ 18 milhões) a instituições de caridade.
Obama
Comparativamente, a renda do rival de Hillary na disputa pela Presidência, o senador por Illinois Barack Obama é bem mais modesta que a do casal Clinton, embora tenha crescido bastante.
No fim de fevereiro, Obama e sua mulher Michelle revelaram que, entre 2000 e 2006, sua renda conjunta quadriplicou, passando de US$ 240,5 mil (R$ 409 mil) para US$ 983,826 mil (R$ 1.678 milhão).
A equipe de campanha de Obama reclamou, insistentemente, a divulgação de números de impostos e renda dos candidatos, dando a entender várias vezes que a reticência em torná-las públicas poderia estar ligada a informações comprometedoras.
Com France Presse e Efe
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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