Mundo
04/04/2008 - 22h14

Casal Clinton declara renda de US$ 109 milhões em sete anos

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Colaboração para a Folha Online

A pré-candidata democrata Hillary Clinton acumulou US$ 109,2 milhões (R$ 186 milhões) entre 2000 e 2007, junto com seu marido, o ex-presidente dos EUA Bill Clinton, de acordo com as declarações de renda publicadas nesta sexta-feira por sua equipe de campanha.

Segundo um relatório sobre suas receitas, cedido por um porta-voz de Hillary, as autobiografias e outros livros do casal lhes proporcionaram um total de mais de US$ 40 milhões (R$ 68 milhões).

Já as palestras do ex-presidente por todo o mundo proporcionaram US$ 52 milhões (R$ 88,7 milhões) aos cofres do casal. Somam-se a isso o salário anual da senadora, mais de US$ 1 milhão (R$ 1,7 milhão) anuais desde 2001, e a aposentadoria de presidente, mais de US$ 1,2 milhão (R$ 2 milhões) anuais.

As declarações de renda do casal revelam que, com base nesses ganhos, os dois pagaram US$ 33,8 milhões (R$ 57,6 milhões) em impostos, disseram os assessores da senadora por Nova York.

Com os documentos apresentados nesta sexta-feira, "os Clinton divulgaram 30 anos de declarações tributárias, o que é um recorde no serviço público", disse Jar Carson, porta-voz da campanha de Hillary.

"Nenhum dos adversários de Hillary Clinton apresentou algo parecido", acrescentou.

Também entre 2000 e 2007, a senadora e o marido doaram US$ 10,25 milhões (R$ 18 milhões) a instituições de caridade.

Obama

Comparativamente, a renda do rival de Hillary na disputa pela Presidência, o senador por Illinois Barack Obama é bem mais modesta que a do casal Clinton, embora tenha crescido bastante.

No fim de fevereiro, Obama e sua mulher Michelle revelaram que, entre 2000 e 2006, sua renda conjunta quadriplicou, passando de US$ 240,5 mil (R$ 409 mil) para US$ 983,826 mil (R$ 1.678 milhão).

A equipe de campanha de Obama reclamou, insistentemente, a divulgação de números de impostos e renda dos candidatos, dando a entender várias vezes que a reticência em torná-las públicas poderia estar ligada a informações comprometedoras.

Com France Presse e Efe

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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