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08/04/2008 - 09h57

Jovens podem conquistar votos dos pais para Obama, diz "NYT"

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Colaboração para a Folha Online

Enquanto a disputa democrata pela nomeação continua, o pré-candidato à Presidência Barack Obama amplia seu favoritismo em um eleitorado de grande influência: os jovens. Além de formarem uma grande massa de votação, estes jovens podem influenciar seus pais e amigos a também votarem para Obama.

Segundo o jornal norte-americano "The New York Times", os jovens fazem os pais assistirem aos vídeos de Obama no site YouTube e ler informações de campanhas em blogs. Estes jovens usam até adesivos com a frase "Tell Your Mama/Vote for Obama!" (Diga a sua mãe para votar em Obama). Veja a íntegra, em inglês

28.mar.08Alex Brandon/AP
Democratic presidential hopeful, Sen. Barack Obama D-Ill., smiles after shaking hands as he enters a town hall meeting at Hempfield Area High School in Greensburg, Pa., Friday, March 28, 2008.(AP Photo/Alex Brandon)
Democrata Barack Obama cumprimenta seus eleitores entusiasmados durante campanha

Megan Simpson, 22, democrata da Pensilvânia, fez com que seu pai, republicano de longa data, se filiasse como democrata apenas para participar das primárias do Estado, em 22 de abril e votar em Obama. "Eu disse: "Pai, se você mudar sua filiação partidária a tempo de votar em Obama, no dia seguinte a votação eu conseguirei toda a papelada para você voltar a ser um republicano", contou ao "NYT".

O argumento convenceu seu pai, Ralph Simpson Jr., 50, dono de uma empresa de construção. "Eu provavelmente vou mudar minha afiliação de volta [ao Partido Republicano], mas eu ainda não decidi em quem votarei na eleição geral. Se Meg continuar trabalhando no meu voto, quem sabe?", afirma.

O apoio dos filhos foi importante também para alguns eleitores ainda indecisos sobre sua participação no ciclo de primárias. Na tentativa de encorajar a nascente vida política de seus filhos, muitos pais estão dispostos a exercer o direito ao voto-- que nos EUA não é obrigatório --e votar em Obama.

"Nossos filhos são provavelmente mais preciosos para nós do que para qualquer geração de pais. Nós temos menos deles, nós somos relativistas e também mais persuadidos por eles. Muitos pais têm um pouco de medo de seus filhos", afirma o psicólogo infantil de Harvard, Dan Kindlon ao "NYT".

Ainda segundo o jornal norte-americano, para muitos pais, esta época de campanha também parece um flashback. Assim, eles revêem suas paixões políticas da juventude no idealismo com o qual seus filhos fazem campanha por Obama.

"É algo que você pode se gabar com os amigos", afirma ainda Kindlon.

O poder da internet

A popularidade de Obama entre os jovens pode ter uma explicação na internet, poderosa ferramenta de divulgação e arrecadação de verbas que está sendo intensamente utilizada pela equipe de Obama.

Uma pesquisa divulgada recentemente pelo "NYT" analisou como os norte-americanos estão acompanhando a campanha presidencial e apontou que a maioria dos eleitores com menos de 30 anos utiliza a internet como principal veículo de informação.

Segundo o jornal, dois terços dos eleitores com menos de 30 anos utilizam principalmente sites de relacionamento, como o MySpace e Facebook, para obter informações sobre seus candidatos. Nestes dois sites, o democrata Barack Obama, tido como o pré-candidato mais popular entre os jovens, tem cerca de 1 milhão de "amigos", pessoas que se declaram suas apoiadoras.

Já a democrata Hillary Clinton tem aproximadamente 330 mil e o republicano John McCain reúne 140 mil seguidores. A pesquisa indicou também que 40% dos jovens viram discursos, entrevistas, comerciais e debates na internet.

O vídeo do discurso sobre a questão racial feito por Obama em resposta às controvérsias do ex-pastor Jeremiah Wright foi o item mais acessado no Facebook. No site do "NYT", a transcrição do vídeo foi a notícia mais enviada por e-mail, mais do que os artigos escritos sobre o discurso.

Comentários dos leitores
hugo chavez (262) 11/01/2010 22h49
hugo chavez (262) 11/01/2010 22h49
As "autoridades" de imigração dos eua encobriram maus-tratos a estrangeiros e falta de atendimento médico nos casos de detidos mortos na prisão nos últimos anos, denunciou o jornal "The New York Times". A informação é parte do conteúdo de documentos internos e confidenciais obtidos pela publicação e a ONG União Americana de Liberdades Civis. Ambos se acolheram a uma lei de transparência que obriga à divulgação deste tipo de informação pelo governo. Os documentos mencionam os casos de 107 estrangeiros que morreram nos centros de detenção para imigrantes desde outubro de 2003. "Certos funcionários, alguns deles ainda em postos-chave, usaram seu cargo para ocultar provas de maus-tratos, desviar a atenção da imprensa e preparar declarações públicas com desculpas, após ter obtido dados que apontavam os abusos". É mais uma da "democracia" estadounidense que vive apontando o dedo para os outros. Quanto tempo e quantas patifarias ainda faltam para que alguns reconheçam que "liberdade e democracia" são MITOS nos eua. Ali acontece todo o tipo de manipulação, tortura, conchavo, tráfico, suborno, violência, abuso, enfim, toda a sorte de patifarias. Os eua estão mergulhados no mais profundo colapso em TODOS os sentidos. Não dá mais para encobrir que eles não se diferenciam em nada de TODOS os regimes que criticam, mas, como tem o poder das armas e são totalmente influenciados pela doutrina nazi sionista racista e fascista, são os maiores e verdadeiros grandes TERRORISTAS do mundo. São os condutores das maiores mazelas nos 4 cantos e o povo estadounidense precisa recuperar o poder e realmente conseguir resgatar sua Nação. Para começar, é preciso ter presidentes de verdade e não fantoches de 2 partidos que têm os mesmos "senhores", o sionismo internacional. Vivemos um momento decisivo onde devemos apoiar a Resistência mundial e lutar para derrubar o eixo que venceu o outro eixo na 2ª guerra e construir um mundo livre voltado para o socialismo do século XXI. Não ao capitalismo e ao comunismo, duas faces da mesma moeda controladas pelos sionismo. sem opinião
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Luciano Edler Suzart (40) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (40) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
1 opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 8 opiniões
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