Mundo
09/04/2008 - 14h50

Ator George Clooney compara Obama a candidato a premiê italiano

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da Ansa, em Roma
da Folha Online

O astro de Hollywood George Clooney fez nesta quarta-feira uma comparação entre o pré-candidato democrata à Presidência dos EUA Barack Obama e o candidato a premiê italiano Walter Veltroni.

"Sou um grande amigo de ambos. Acredito que são dois grandes oradores, Obama e Veltroni. Eles têm pontos comuns em suas políticas. Veltroni fala para todos nós, fala aos jovens, fala de esperança e meio ambiente limpo. Uma coisa rara na política italiana", disse Clooney a repórteres em Roma nesta quarta-feira.

Clooney está na capital italiana para divulgar seu novo filme "Leatherheads", do qual é diretor e protagonista junta com outra estrela de Hollywood Renee Zellweger. O filme, ambientado nos anos 20, conta a história da formação da liga profissional de futebol americano e decepcionou em sua estréia nos Estados Unidos.

"Conversei algumas vezes com ele e sempre notei sua grande capacidade de intelecto e oratória", disse o ator sobre Veltroni.

Veltroni deixou recentemente a prefeitura de Roma para dirigir o novo Partido Democrático, símbolo da esquerda italiana. Durante as eleições do partido, Veltroni utilizou o lema de Obama: "Yes we can" (Sim, nós podemos).

Sob outro de seus lemas de campanha, " um novo homem que irá criar uma Itália nova", Veltroni defende, assim como Obama, uma mudança na política atual. Ele concorre ao cargo de primeiro-ministro italiano após a renúncia de Romano Prodi, que não conseguiu apoio no Senado italiano.

Ex-diretor do jornal italiano "L'Unità" e crítico de cinema,Veltroni compara-se a figura política do ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy.

As eleições parlamentares italianas serão realizadas nos dias 13 e 14 de abril. Após a decisão, o partido que obtiver a maioria de senadores e deputados poderá nomear o premiê.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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