Equador denuncia nova invasão de território da Colômbia
da Folha Online
Quito acusou a Colômbia nesta quarta-feira de realizar uma nova invasão do território equatoriano. "Um helicóptero armado das forças militares da Colômbia violou a linha da fronteira internacional e penetrou por cerca de 3 km no espaço aéreo equatoriano", disse o vice-ministro da Defesa do Equador, Miguel Carvajal à Rádio Quito.
O incidente ocorreu na zona de Tobar Donoso, na Província andina de Carchi (norte).
"A incursão foi monitorada pelo sistema de defesa aéreo e aviões (da Força Aérea) decolaram para fazer um vôo de reconhecimento", disse Carvajal.
"Vamos fortalecer os mecanismos de inteligência e segurança aérea e terrestre" diante desses incidentes, declarou o vice-ministro.
Segundo Carvajal, a linha de fronteira entre Carchi e o departamento colombiano de Nariño é marcada pelo rio Mira, que "segue para o norte em direção à Colômbia, o que pode gerar situações de passagem involuntária para o lado errado, e esperamos que este seja o caso".
Quito rompeu relações diplomáticas com Bogotá após o ataque do Exército colombiano contra um acampamento das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) no território do Equador no dia 1º de março.
A ação militar colombiana de 1º de março matou Raúl Reyes, número dois das Farc, e desencadeou uma grave crise entre Colômbia, Equador e Venezuela.
No início do mês, o governo colombiano denunciou que um helicóptero militar do Equador violou seu espaço aéreo e que, após desobedecer um "convite" para pousar, voltou ao território equatoriano.
Farc
Agentes do Departamento Administrativo de Segurança (DAS) da Colômbia acharam e expropriaram nesta quarta de 550 kg de um poderoso explosivo conhecido como anfo (mistura de nitrato de amônio e óleos combustíveis) em uma zona rural próxima a Bogotá, segundo fontes oficiais.
A apreensão aconteceu na zona rural da localidade de Guayabal de Síquima, no departamento central de Cundinamarca.
Segundo as fontes, o material explosivo, cuja propriedade foi atribuída às Farc, seria utilizado "para realizar atentados terroristas contra a população e a polícia" na região central do país.
O DAS informou que material foi encontrado "com a informação fornecida por uma fonte e a colaboração dos cidadãos".
Os 550 quilos do explosivo estavam escondidos em 13 sacos de fibra sintética, "e minuciosamente impermeabilizados".
Não foram divulgados enfrentamentos nem detenções durante a operação.
As fontes lembraram que se trata do segundo confisco que o DAS realiza com materiais ligados às Farc em Cundinamarca nos últimos 15 dias.
Há duas semanas foram apreendidas 420 barras de indugel, outro explosivo de grande poder, que foi destruído de forma controlada por funcionários do Grupo Antiexplosivos do DAS, em zonas afastadas de Bogotá.
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Especial



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Nem precisava tanta grana.
Quem pode entregar os "cabeças" das Farc, é só gente interna mesmo.
Por dinheiro, que a verdadeira ideologia deles, esses "guerilheiros", fazem qualquer coisa.
Como já mostraram antes que são capazes, cortando até as maos de um líder da guerilha, para comprovar sua eliminação.
Uma fração do oferecido, teria sido mais do que sufiente...
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