Mundo
11/04/2008 - 12h23

Incêndio destrói escritório da campanha eleitoral de Hillary

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da Efe, em Washington

Um incêndio destruiu na madrugada desta sexta-feira o escritório da campanha eleitoral da pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton, em Terre Haute, Indiana.

As informações foram divulgadas por autoridades locais.

A estação de televisão da cidade WTHI-TV informou que as duas mulheres que estavam no escritório escaparam sem ferimentos. O fogo começou pouco após a meia-noite e as causas ainda são desconhecidas.

Charles Dharapak/AP
Democratic presidential hopeful, Sen. Hillary Rodham Clinton, D-N.Y., addresses the Pennsylvania AFL-CIO meeting in Philadelphia, Pa., Tuesday, April 1, 2008. At right is Pennsylvania AFSCME President Gerald W. McEntee. (AP Photo/Charles Dharapak)
Hillary Clinton discursa para sindicalistas na Pensilvânia, local das primárias de 22 de abril

Um automóvel estacionado em frente ao escritório também pegou fogo.

"Quando chegamos ao local, as chamas brotavam do alto do escritório e o veículo também estava em chamas", disse John Gardner, do Corpo de Bombeiros de Terre Haute, à emissora de televisão.

Hillary, senadora por Nova York, disputa com o senador de Illinois, Barack Obama, a candidatura presidencial do Partido Democrata para as eleições de novembro.

George Leach, testemunha que estava no local, disse à televisão que a parte da frente do escritório estava em meio às chamas, e "depois caiu sobre o automóvel".

"A esta altura, tudo o que sabemos é que a estrutura se incendiou. Apagamos o fogo e faremos nossa investigação", disse Gardner.

O serviço secreto americano, que protege os candidatos presidenciais, também participa da investigação, indicou a WTHI-TV.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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