Barack Obama volta atrás em polêmica sobre interioranos
da Folha Online
O pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama disse que usou palavras erradas para descrever como estão atualmente os habitantes de pequenas cidades do Estado da Pensilvânia.
Obama recebeu fortes críticas de sua rival pela nomeação democrata, Hillary Clinton, e do candidato republicano John McCain.
| Alex Brandon/AP |
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| Obama disse que escolheu as palavras erradas em discurso neste sábado em Muncie |
"Não é estranho que [os moradores de povoados da Pensilvânia] estejam ressentidos, que se segurem às armas, à religião ou à antipatia pela gente que não é como eles, ao sentimento antiimigrante ou ao sentimento anticomércio como forma de explicar suas frustrações", chegou a dizer Obama, senador por Illinois, durante um discurso gravado para reunir fundos e difundido na última semana.
Hillary, em campanha em Indiana, disse que os comentários eram elitistas, divisores e não refletiam os valores da maioria dos americanos que ela conheceu.
"Eu não acho que ajuda dividir nosso país entre uma América que é iluminada e outra que não é", afirmou a senadora por Nova York em Indianapolis.
"Eu disse algo que todo mundo sabe que é verdade, que há pessoas em pequenas cidades na Pensilvânia, aqui em Indiana, em Illionois, que estão amarguradas", disse hoje Obama em Muncie, em Indiana.
"Então eu disse que quando você está amargurado, você se volta para o que pode contar", afirmou ainda Obama.
"Agora, eu não disse isto como eu deveria ter feito", reconheceu Obama durante o discurso em Muncie.
"Se eu disse coisas em uma maneira na qual as pessoas se sentiram ofendidas, eu profundamente me arrependo por isto", disse Obama em uma entrevista ao "Winston-Salem Journal".
O episódio pode ameaçar o desempenho do candidato nas primárias da Pensilvânia, que ocorrem no dia 22 de abril. As frases evocam uma imagem que Obama tenta evitar --a do advogado formado em Harvard que é arrogante e distanciado da realidade.
Com Associated Press e Reuters
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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