Mundo
14/04/2008 - 16h20

Hillary discursa para trabalhadores e critica políticas de Bush

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Colaboração para a Folha Online

A pré-candidata democrata Hillary Clinton criticou os termos estabelecidos pelo atual presidente George W. Bush para o comércio dos Estados Unidos com a China e pediu uma ofensiva contra as políticas cambiais "injustas".

Hillary afirmou que o governo Bush fracassou em proteger os trabalhadores norte-americanos durante um discurso na Pensilvânia nesta segunda-feira.

"Precisamos de soluções para fixar nossas leis comerciais, construir as bases de uma indústria forte e assinalar que os jogos perigosos e as políticas cambiais injustas são inaceitáveis", afirmou Hillary na Associação da Indústria Manufatureira dos Estados Unidos (Alliance for American Manufacturing), em Pittsburgh.

"Sei o que significa a indústria manufaturaria para este país. Significa bons empregos, comunidades prósperas e os produtos que fazem com que este país siga crescendo a cada dia", acrescentou a senadora aos trabalhadores.

Nafta

Hillary também criticou algumas atitudes de seu marido, o ex-presidente Bill Clinton, em relação ao Nafta (Tratado de Livre Comércio da América do Norte, na sigla em inglês).

A senadora fez o comentário após ser questionada por um trabalhador vinculado à Associação da Indústria Manufatureira sobre as ações de Clinton quando o ex-presidente implantou o tratado comercial.

Hillary disse que seu marido é esperto, mas comete erros. A senadora também afirmou que irá corrigir os problemas do Nafta se for eleita, ou retirará os Estados Unidos do acordo.

Com Associated Press e France Presse

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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