Em discurso, McCain propõe redução de impostos e satiriza Obama
da Reuters, em Pittsburgh
O provável candidato republicano à Casa Branca John McCain vai propor, nesta terça-feira, cortes nos impostos pagos pela classe média, reiterar suas acusações de que os rivais democratas apóiam grandes aumentos fiscais e ainda tentar se distanciar da administração do atual presidente dos Estados Unidos, George w. Bush, também republicano.
Em um discurso agendado para hoje, em Pittsburgh, McCain lançará seu mais detalhado plano econômico e discutirá suas propostas para solucionar a crise que assola a economia dos EUA.
Ele vai propor ainda a instituição de um sistema fiscal mais simples como alternativa ao sistema utilizado atualmente-- a escolha pelo sistema ficaria a cargo do próprio cidadão.
Tal como tinha feito no passado, ele promete buscar uma redução dos impostos cobrados de empresas de 35% para 25%, porque, como ele vai dizer no seu discurso, "altas taxas de imposto estão levando muitas empresas e empregos no exterior".
Além disso, ele irá propor uma eliminação progressiva do imposto alternativo mínimo, um imposto originalmente criado para garantir que os norte-americanos ricos com uma série de deduções fiscais paguem um montante mínimo de imposto, mas que agora está afetando milhões de norte-americanos que pagam mais impostos do que o necessário.
Segundo McCain, sua proposta reduzirá os impostos em US$ 2.000 (R$ 3.372) anuais para mais de 25 milhões de famílias de classe média.
Bush e os democratas
Além de apresentar suas propostas, McCain usará seu discurso econômico para colocar certa distância entre ele e a administração Bush e também para dizer que tanto os democratas quanto seus colegas republicanos são culpados por gastar em excesso.
"Em tudo isto, não será suficiente apenas mudar as políticas econômicas dos últimos quatro, oito, ou 28 anos. Nós temos nosso próprio trabalho a fazer. Temos os nossos próprios desafios para vencer", dirá McCain, de acordo com trechos do discurso liberados por sua campanha.
McCain irá criticar diretamente seus rivais democratas pelos planos de gastos ambiciosos que ele afirma que causariam o aumento dos impostos para "americanos de todos os antecedentes", totalizando U$ 1 trilhão (R$ 1,7 trilhão) ao longo de uma década.
Ele vai ainda satirizar o título do livro autobiográfico de Barack Obama, "A Audácia da Esperança": "Todos estes aumentos são a fina impressão sob o lema de "esperança". Eles aumentarão seu impostos em milhares de dólares por ano-- e eles têm a audácia de esperar que você não se importe".
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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