Gordon Brown se reúne com pré-candidatos à Presidência dos EUA
Colaboração para a Folha Online
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, se reuniu nesta terça-feira com os pré-candidatos Barack Obama, Hillary Clinton e John McCain antes de ir à Casa Branca para um encontro com o presidente George W. Bush.
Brown conversou por 45 minutos com cada pré-candidato na casa do embaixador britânico nos Estados Unidos. Entre os temas tratados com o presidenciáveis estiveram a Guerra do Iraque, a crise econômica e as possíveis mudanças na política norte-americana a partir do próximo ano.
| J. Scott Applewhite/AP |
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| Primeiro-ministro Gordon Brown (à dir.) em reunião com o republicano John McCain |
"Eu estou confiante de ter conversado com os três candidatos sobre a relação especial entre os nossos dois países, que é forte, segura e validada por todos eles", afirmou Brown antes de chegar à Casa Branca.
Brown, eleito pelo partido de centro-esquerda Labour Party (Partido Trabalhista), está mais próximo do ideal político dos democratas do que de McCain, mas está de acordo com propostas dos três pré-candidatos, como os esforços para combater o aquecimento global e a mudança das ações do governo Bush contra terroristas.
A maior divergência dos democratas com McCain é a Guerra do Iraque. O republicano apóia a estratégia de manter as tropas norte-americanas no país. Clinton e Obama querem agendar uma saída. Brown estipulou a retirada dos soldados britânicos do território iraquiano em fases.
Após o encontro, Obama afirmou que discutiu com o primeiro-ministro britânico temas como Iraque e Afeganistão, além dos problemas na economia mundial e na África.
Brown afirmou que não tem planos de apoiar nenhum candidato, dizendo que essa é uma decisão para os eleitores norte-americanos.
Reunião com Bush
Segundo informe da Casa Branca, os dois chefes de Estado conversaram por mais de uma hora sobre o Iraque, o Oriente Médio, a luta contra o terrorismo, a proliferação nuclear e a situação da economia mundial.
Brown, que substituiu o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, declarou-se um grande admirador dos Estados Unidos, mas não conseguiu manter a mesma relação de proximidade que o seu predecessor tinha com o país.
O primeiro-ministro britânico, cujos índices de aceitação na Inglaterra são de apenas 28%, também não conseguiu a popularidade que Blair possuía entre os norte-americanos.
Com Reuters e Efe
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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