Mundo
17/04/2008 - 21h11

Hillary faz campanha ao lado da mãe e da filha para recuperar eleitoras

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Colaboração para a Folha Online

A pré-candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton fez campanha nesta quinta-feira ao lado da mãe de 88 anos e da filha de 28 e discursou sobre questões da "geração sanduíche" --que enfrenta demandas dos pais e dos filhos-- na Faculdade Haverford, na Pensilvânia.

A senadora falou sobre as experiências das mulheres no ambiente de trabalho em uma tentativa de renovar o apoio das eleitoras mulheres que têm endossado o rival democrata Barack Obama nas últimas semanas.

A senadora por Nova York afirmou que as três gerações de mulheres da sua família possibilitaram que tivesse "em primeira mão a experiência de todos os desafios e mudanças" enfrentadas em sua vida".

Hillary afirmou que sua mãe, Dorothy Rodham, mora com ela e "sempre tem boas idéias sobre o que nós precisamos saber".

Dorothy não se pronunciou, mas sua neta iniciou o evento, anunciando a mãe e pré-candidata. Chelsea Clinton revelou ser "alguém que está pensando ter a própria família em um futuro não muito distante" e que seus "filhos não precisam somente de uma boa avó, mas também de uma boa líder".

Ela não mencionou que namora com Marc Mezvinsky, filho de Marjorie Mezvinky, deputada pela Pensilnânia.

Hillary brincou com o público e pediu que seus eleitores a ajudassem a convencer outras pessoas a votarem nela.

"Bata na porta e diga, 'Ela é muito legal'", afirmou. "Ou você pode dizer de outra maneira: Ela não é tão má o quanto você imagina".

A pesquisa mais recente Associated Press-Ipsos mostra que as mulheres não estão mais convencidas de que Hillary seria a melhor presidente. Hillary deve muitas de suas vitórias nas primárias às eleitoras mulheres, mas esse apoio tem migrado para Obama nas últimas semanas.

Hillary obteve 44% das intenções de voto das mulheres democratas contra 42% de Obama na pesquisa realizada entre os dias 7 e 9 de abril. Em fevereiro, Hillary tinha o apoio de 51%, contra 38% de Obama.

Com Associated Press

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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