Veja repercussão da eleição dos EUA na imprensa internacional
Colaboração para a Folha Online
Depois do tenso debate desta quarta-feira, os pré-candidatos democratas à Casa Branca, Barack Obama e Hillary Clinton, voltam para a campanha pelas primárias. A apenas cinco dias da votação na Pensilvânia e com a disputa ainda muito acirrada, a atenção volta aos superdelegados.
Este grupo de cerca de 800 líderes do Partido Democrata e políticos eleitos deve definir quem enfrentará o provável candidato republicano John McCain. Segundo o jornal norte-americano "USA Today", os superdelegados não têm pressa de definir seu apoio.
Já o "New York Times" traz uma reportagem repercutindo o pedido do presidente do Comitê Nacional Democrata, Howard Dean para que os superdelegados apressem a decisão e terminem logo com a disputa entre Hillary e Obama.
Dean pediu que os políticos não desperdicem os três meses entre a última primária, em 3 de junho e a Convenção Nacional Democrata, em 25 de agosto, data em que a nomeação será definida oficialmente.
Veja a repercussão da corrida dos pré-candidatos à Presidência dos EUA nos jornais do país:
"USA Today"(EUA)
Alguns superdelegados estão apostando seu tempo
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| USA Today |
Os vizinhos de Debra Kozikowski's em Chicopee, Massachusetts votaram nas primárias democratas há dois meses, mas ela ainda é bombardeada com cartas e e-mails implorando para que ela escolha entre Hillary Clinton ou Barack Obama.
Ela não tem pressa de decidir.
Como vice-presidente do Partido Democrata de Massachusetts, Debra é uma superdelegada --uma dos cerca de 800 líderes partidários e políticos eleitos que decidem a nomeação democrata.
"Até que a América tome sua decisão, eu vou esperar para tomar a minha", disse. "Eu não quero que os eleitores sintam como se os superdelegados estão ignorando-os e tomando a decisão por eles".
As primárias da Pensilvânia são na terça-feira, mas dúzias de superdelegados ainda não comprometidos contaram ao "USA Today" e a Gannett News Service que eles sentem pouca pressão para resolver a batalha da nomeação antes das primárias de 3 de junho.
Poucos dizem que a prolongada disputa pode prejudicar as chances do Partido Democrata nas eleições de novembro.
"The Washington Post"(EUA)
A visão do público sobre a economia piora rapidamente
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| Washington Post |
A visão do público sobre a economia nacional continua a cair, com as opiniões deteriorando mais rápido do que em qualquer ponto das pesquisas realizadas pelo "Washington Post"-ABC News. A visão sobre o Iraque também ficou mais negativa, com seis em cada dez eleitores rejeitando a noção de que os Estados Unidos precisam ganhar lá para efetivamente combater o terrorismo.
A economia e o Iraque são os dois principais assuntos na mente dos eleitores, de acordo com a nova pesquisa "Post"-ABC e a piora na visão sobre ambos pode prejudicar as chances do Partido Republicano nas eleições de novembro.
Nove em dez norte-americanos dão uma visão negativa da economia, com uma maioria dizendo que está em "má" forma, a maior porcentagem nos últimos 15 anos.
A porcentagem daqueles que mantêm uma visão negativa da economia subiu 33 pontos no último ano e a porcentagem daqueles que classificam a economia como "pobre" aumentou 13 pontos nos últimos dois meses. Esse é o declínio mais rápido desde que o "Post" e a ABC começaram a pesquisar o tema, em 1985.
"The Wall Street Journal"(EUA)
Objetivo de Hillary: ganhar bem na Pensilvânia
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| Wall Street Journal |
Com a senadora Hillary Clinton mantendo sua vantagem nas primárias democratas da Pensilvânia, na próxima terça-feira, o foco da campanha volta-se à margem. Qualquer coisa menos que uma vitória de dois dígitos poderia solidificar a percepção de que o senador Barack Obama é o inevitável nomeado democrata, levando uma série de superdelegados para seu lado.
Mas mesmo se a senadora Hillary ganhar, ela continua atrás no número de delegados, e então seu objetivo será mudar a dinâmica da corrida, levantando dúvidas sobre a habilidade de Obama de carregar Estados como a Pensilvânia para as eleições de novembro e aumentando suas chances de replicar a vitória na Indiana, em 6 de maio.
Mais importante, uma vitória garantida de Hillary poderia enviar a mensagem aos superdelegados --ou pelo menos persuadi-los a permanecerem neutros por mais tempo-- se a diferença entre ela e Obama mantiver-se em maio.
O prospecto de que a senadora Hillary ganhará somente por uma margem pequena parece crescer. Ela tem visto sua vantagem de 10 pontos cair neste últimos mês para uma margem ínfima de 1 ponto. Uma pesquisa Zogby de intenção de voto conduzida esta semana mostrou que Hillary está afrente com 45% contra 44% de Obama. Outras pesquisas dão a ela uma margem maior.
"The New York Times"(EUA)
Dean pede que os superdelegados se comprometam com um dos candidatos
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| New york Times |
Howard Dean, presidente do Comitê Democrata Nacional, enviou uma mensagem aos superdelegados indecisos pela rede de televisão CNN, na quinta-feira: tomem uma decisão --o mais rápido possível.
"Eu preciso que eles digam em quem votarão, a partir de agora", disse Dean ao âncora da CNN, Wolf Blitzer.
O partido "não pode desistir de três meses de campanha", disse Dean, referindo-se aos meses de verão entre a última primária em 3 de junho e a convenção nacional democrata, em 25 de agosto.
Dean estima o número de superdelegados ainda indecisos em 320, ou cerca de 35% do número total. Ele não quer que nenhum deles estabeleçam sua posição depois das últimas primárias em Montana e Novo México.
"Nós precisamos saber quem nosso nomeado é e não há razão para não saber depois da última primária de junho", disse.
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Especial






Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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