Mundo
19/04/2008 - 16h02

No cenário nacional, Obama tem 19 pontos de vantagem sobre Hillary

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da Associated Press, em Washington

O pré-candidato democrata à Casa Branca Barack Obama aumentou a margem sobre sua rival democrata, Hillary Clinton na corrida pela candidatura à Presidência dos Estados Unidos.

Segundo uma pesquisa publicada neste sábado, 54% dos eleitores democratas preferem ver Obama disputando as eleições gerais com o provável candidato republicano John McCain enquanto apenas 35% escolheram Hillary.

A pesquisa do instituto Princeton Survey Research Associates International foi realizada a pedido da revista norte-americana "Newsweek" e ouviu 1.209 pessoas.

Em março, o mesmo instituto realizou uma pesquisa que mostrou um empate estatístico entre os candidatos, com 45% dos eleitores a favor de Obama e 44% apoiando Hillary.

Matt Rourke/AP
Os pré-candidatos Hillary Clinton e Barack Obama durante debate na Filadélfia
Os pré-candidatos Hillary Clinton e Barack Obama durante debate na Filadélfia

A pesquisa indicou também que a maioria (51%) dos eleitores considera Hillary desonesta e pouco confiável, contra 41% que não demonstrou tal visão negativa da senadora.

O cenário também não é promissor para Hillary quando se questiona qual candidato compartilha os valores dos eleitores. Dentre os entrevistados, 53% opinaram que Barack Obama compartilha de seus valores contra 47% que apontaram compartilhar as opiniões de Hillary e 45% do republicano John McCain.

Contudo, os dois democratas sofreram com as últimas rodadas de ataques de suas campanhas. Obama conquistou 57% de opiniões favoráveis, 4 pontos percentuais a menos em relação a março.

Já Hillary conseguiu 49% de boas opiniões, uma queda ainda maior em relação a março, 7 pontos percentuais.

O republicano McCain teve 52% dos eleitores indicando uma opinião favorável, uma queda de 3 pontos.

Cerca da metade dos eleitores democratas, 49%, diz acreditar que, se a luta pela nomeação prolongar-se até a convenção nacional democrata, em 25 de agosto, o partido deveria recorrer ao popular ex-vice-presidente Al Gore para enfrentar o candidato republicano.

Recentemente, Al Gore afirmou que não está interessado em concorrer novamente à Presidência. Em 2004, Al Gore perdeu para o atual presidente, George W. Bush, em uma eleição que atraiu muitas críticas e acusações de fraude.

A pesquisa Princeton Survey Research Associates International foi realizada entre 16 e 17 de abril.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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