Mundo
20/04/2008 - 16h49

McCain visita áreas pobres dos EUA para atrair independentes

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Colaboração para a Folha Online

O provável candidato republicano à Presidência dos EUA, John McCain, visitará áreas desfavorecidas economicamente nesta semana, com o objetivo de mostrar que ele é um tipo diferente de republicano e atrair mais eleitores independentes, que seriam cruciais nas eleições gerais de novembro.

O senador McCain viajará para New Orleans, atingida pelo furacão Katrina em 2005 e por regiões pobres de Ohio, Alabama e Kentucky, onde geralmente os candidatos republicanos não fazem campanha por votos.

"Nós iremos viajar por áreas deste país que estiveram esquecidas ou deixadas para trás por anos", afirmou o assessor de McCain, Steve Schmidt.

A viagem de McCain começa na segunda-feira (21), com um discurso na ponte Edmund Pettus, em Selma (Alabama), um local histórico para o movimento dos direitos civis dos EUA, onde manifestantes foram reprimidos pela polícia com gás lacrimogêneo em 1965.

Desde que assegurou a quantidade necessária de delegados para ser o candidato republicano, McCain tem se envolvido principalmente em campanhas para arrecadação de fundos e tentativas de se aproximar tanto dos conservadores como dos moderados e independentes.

O gerente do comitê de McCain, Rick Davis, afirmou que o senador possui a maior imagem do espectro ideológico republicano do que qualquer candidato do partido desde Ronald Reagan, e isso poderia ser um movimento prejudicial se o comitê não tentasse "expandir as coalizões e trazê-los [os moderados e independentes] para o lado do McCain o mais rápido possível".

No último meio século, somente um candidato do mesmo partido que ficou por dois mandatos consecutivos na Casa Branca conseguiu vencer as eleições presidenciais: George H.W. Bush, que sucedeu o também republicano Ronald Reagan em 1988.

O comitê de McCain terá uma dura batalha pela frente independentemente de quem for nomeado candidato democrata (Hillary Clinton ou Barack Obama), já que o atual presidente George W. Bush tem um baixo índice de aprovação entre os norte-americanos.

Com Reuters

Comentários dos leitores
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 1 opinião
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Marcello Sokal (59) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (59) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
11 opiniões
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Denis Rossanez (5) 03/02/2009 13h35
Denis Rossanez (5) 03/02/2009 13h35
Como diz Alex Lima.
Com certeza o Bresil esta carente de homens como Barack Obama na política e parar de se importar com sua opnião, mas da população em geral e aplicar medidas realmente eficazes para melhorar o país.
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