Veja os possíveis cenários democratas após a votação da Pensilvânia
Colaboração para a Folha Online
Após um intervalo de seis semanas nas primárias democratas, os pré-candidatos democratas Barack Obama e Hillary Clinton se enfrentam nesta terça-feira na Pensilvânia, o maior Estado entre os que ainda não realizaram as votações.
O pleito iniciou às 7h (8h em Brasília) e terminou às 20h locais (21h em Brasília). O Partido Democrata do Estado prevê que cerca de 4,1 milhões de eleitores tenham participado das votações.
Após a Pensilvânia, que coloca em jogo mais 158 delegados, outras nove primárias ainda serão organizadas. Hillary precisa sobressair na maioria das eleições restantes se quiser recuperar a vantagem de Obama em número de delegados para Convenção Nacional de agosto.
Hillary, senadora por Nova York, tem resistido a pedidos para que desista da corrida e deixe Obama se concentrar na disputa de novembro contra o provável candidato republicano John McCain.
Veja os cenários democratas possíveis após as cruciais primárias da Pensilvânia:
Vitória de Obama
Uma vitória de Obama na Pensilvânia, onde Hillary já liderou com uma diferença de dois dígitos em pesquisas, seria considerada uma triste derrota para a senadora e encerraria a corrida pela nomeação democrata, com Obama como candidato.
Uma derrota acabaria com a esperança de Hillary em ganhar mais delegados e fazer cessar os assédios para que desista da disputa. A vitória de Obama também faria crescer o número de endossos de superdelegados para o senador.
Vitória de Hillary com ampla margem de votos
Uma vitória de Hillary com dois dígitos de vantagem daria à senadora um aumento no número de delegados e reforçaria o argumento de Hillary de que é mais forte que o concorrente em Estados grandes e cruciais para as eleições gerais de novembro, como Ohio, Califórnia e Nova Jersey.
Após vencer, a senadora também poderia aumentar a sua arrecadação e passar por um momento tranqüilo até as próximas primárias, que serão realizadas em 6 de maio na Carolina do Norte, onde Obama é favorito, e em Indiana, considerado um Estado neutro, ideal para um possível desempate.
Mais importante do que isso, a vitória de Hillary poderia ser um sinal para os superdelegados não anunciarem o apoio agora e esperarem até a última primária, em 3 de junho, dando a Hillary mais tempo para alcançar Obama e forçá-lo a cometer mais erros.
Vitória de Hillary com pequena vantagem
Vencer com uma margem pequena de vantagem em um Estado considerado ideal para sua candidatura, e onde antes tinha dois dígitos de vantagem, poderia aumentar as percepções de que Hillary não pode mais alcançar Obama na corrida pela nomeação democrata.
Sem mais primárias em grandes Estados, a senadora teria poucas chances de mudar os rumos da disputa.
Uma vitória, mesmo que por pequena diferença, daria a Hillary a chance de continuar na disputa até o dia 3 de junho, mas as pressões para que ela deixasse a corrida só cresceriam.
Colaboradores e membros do comitê de Hillary tentam diminuir as expectativas, dizendo que "uma vitória é uma vitória". Mas, na Pensilvânia, uma vitória por margem pequena de votos pode não ser suficiente para a senadora.
Com Reuters
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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