Obama recebe fundos do ator Roy Scheider, morto em fevereiro
da Ansa, am Nova York
Colaboração para a Folha Online
O pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama recebeu fundos do ator Roy Scheider, morto em fevereiro deste ano. O astro de "Tubarão", de Steven Spielberg, aparece na lista do mês de março dos doadores da campanha do senador de Illinois.
A contribuição de US$ 50 (R$ 82,9) de Scheider, que morreu em 10 de fevereiro aos 75 anos, data do dia 10 de março nos livros de pagamento da campanha.
A equipe de Obama explicou que essa situação insólita ocorreu através de uma doação periódica programada por meio de um cartão de crédito, que foi bloqueado.
O porta-voz do político esclareceu que o dinheiro será repassado para uma outra causa.
Fundos
| Divulgação |
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| Ator de "Tubarão", Roy Scheider doa US$ 50 para Barack Obama |
Obama começou o mês de abril com cinco vezes mais dinheiro em caixa do que a endividada equipe de sua rival, Hillary Clinton, adiantando a difícil disputa que a senadora enfrentará nas dez primárias democratas restantes até a definição da nomeação partidária.
Os dois pré-candidatos entregaram seus relatórios financeiros à Comissão Federal Eleitoral neste domingo (20).
Hillary possuía dívidas de U$ 10,3 milhões (R$ 17,1 milhões) no começo deste mês e apenas U$ 9 milhões (R$ 14,9 milhões) em mãos para investir em sua campanha nas dez primárias restantes.
Obama reportou U$ 42 milhões (R$ 69,8 milhões) para as primárias, em uma seqüência de valores e arrecadações recordes de sua campanha.
As dívidas de Hillary são mais uma dificuldade a ser enfrentada pela senadora, que tenta acabar com a seqüência de vitórias de Obama e convencer eleitores e o Partido Democrata de que pode ganhar não apenas a nomeação partidária, mas também as eleições gerais contra o provável republicano John McCain.
Quase metade das dívidas de Hillary em março é referente ao dinheiro emprestado pela firma de seu ex-estrategista-chefe Mark Penn, que saiu do cargo após sua polêmica participação na aprovação do Tratado de Livre Comércio com a Colômbia.
O relatório mostra que a campanha de Hillary deve U$ 4,6 milhões (R$ 7,6 milhões) à Penn, Schoen & Berland Associates, firma de advocacia e lobby da qual Penn é sócio. Hillary já pagou à firma U$ 14 milhões (R$ 23,2 milhões) em março por pesquisas e campanha direta.
McCain levantou U$ 15,2 milhões (R$ 25,2 milhões) em março e tinha U$ 11,6 milhões (R$ 19,3 milhões) em caixa para começar sua campanha de abril. Esta foi a melhor performance financeira de sua campanha presidencial e veio logo após ter garantido --com mais de 1.191 delegados-- a provável nomeação republicana para as eleições gerais.
Com as atenções ainda voltadas à acirrada disputa democrata, McCain aproveita para economizar seu dinheiro e pagar as parcelas de empréstimos.
A arrecadação de Obama em março lidera a de todos os candidatos, mas ainda é menor que sua marca em fevereiro, quando arrecadou mais de U$ 55 milhões (R$ 91,5 milhões). Ao longo de toda a campanha, Obama arrecadou U$ 235 milhões (R$ 391 milhões).
Gastos
Obama gastou U$ 30,6 milhões (R$ 50,9 milhões) em março em comparação a U$ 22 milhões (R$ 36,6 milhões) de Hillary.
O relatório de Obama mostra que ele gastou U$ 9 milhões (R$ 14,9 milhões) em propaganda na televisão, cerca de três vezes o valor gasto por Hillary.
Ele gastou também quase U$ 5 milhões (R$ 8,3 milhões) em telemarketing e U$ 3,6 milhões (R$ 6 milhões) em viagens.
Hillary investiu cerca de U$ 5 milhões (R$ 8,3 milhões) em viagens e aproximadamente U$ 2 milhões (R$ 3,32 milhões) em ligações a eleitores.
O porta-voz da campanha de Hillary, Jay Carson, afirmou que a arrecadação pela internet está aumentando e ressaltou que o relatório de março não inclui os U$ 2,5 milhões (R$ 4,16 milhões) que ela conseguiu no show de Elton John, em Nova York. Carson disse que a soma arrecadada no concerto incluiu doações de 6.000 novos doadores.
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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