McCain discursa sobre economia e critica democratas no Kentucky
Colaboração para a Folha Online
O provável candidato republicano à presidência dos EUA, John McCain, visitou nesta quarta-feira Inez, a cidade do carvão no Kentucky, 44 anos após o presidente Lyndon Johnson ter declarado uma "guerra contra a pobreza" no local.
McCain afirmou que a "guerra" de Johnson falhou devido à excessiva burocracia do governo. O senador também disse que os norte-americanos irão enfrentar uma dura realidade econômica, com altos preços para a gasolina, e que os pré-candidatos democratas Barack Obama e Hillary Clinton só tornariam o problema pior.
Mais cedo, falando para uma multidão no centro cultural Martin County Courthouse, McCain discursou sobre economia e afirmou acreditar que o país já está em recessão, "mesmo que a definição técnica de recessão ainda não tenha sido alcançada".
"Vamos começar pelo fato de que a ação já deveria ter sido tomada", afirmou McCain.
Um dia após a vitória de Hillary Clinton nas primárias democratas da Pensilvânia, McCain disse a repórteres que não tem certeza se a extensa campanha democrata o ajuda ou atrapalha, justificando que já ouviu argumentos dos dois lados.
"Nós nunca vimos isso antes, então eu não acho que é fácil de julgar", afirmou McCain em seu ônibus de campanha enquanto viajava pelas montanhas de carvão do leste do Kentucky.
McCain acusou o pré-candidato democrata Barack Obama de procurar aumentar os ganhos de capital por meio do aumento de impostos, afirmando que isso afetaria milhões de norte-americanos, e não somente os mais abastados. O senador republicano afirmou que Hillary também aumentaria os impostos para "pagar por promessas ambiciosas".
"Eu acredito que impostos mais baixos estimulariam a economia", acrescentou.
O provável candidato republicano propôs bilhões de dólares em cortes de impostos, o que causou críticas dos democratas, que afirmaram duvidar que McCain seria capaz de arcar com a perda.
McCain também afirmou que acredita que os altos preços da gasolina permanecerão até que os EUA consigam a independência do petróleo estrangeiro.
"O preço do petróleo provavelmente não vai cair até que sejamos independentes em energia", acrescentando que a alta da demanda por petróleo na Índia e na China está aumentando o preço do produto.
Questionado sobre a perda de empregos da indústria manufatureira, McCain afirmou que eles provavelmente não irão voltar, mas que tecnologias sustentáveis e da informação proveriam uma nova fonte de empregos.
Com Reuters
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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