Depois da Pensilvânia, democratas focam Indiana e Carolina do Norte
da Associated Press, em Washington
Os pré-candidatos democratas à Casa Branca, Hillary Clinton e Barack Obama, mudaram seu campo de batalha pela nomeação democrata para Indiana, o Estado onde Hillary encara outra disputa crucial para sua candidatura.
Vinda de um bom momento após sua vitória de dez pontos percentuais sobre Obama, Hillary enfrenta um campo neutro na Indiana, onde pesquisas apontam chances iguais para os dois democratas na votação de 6 de maio.
Contudo, a campanha pelos eleitores não será tão fácil na Carolina do Norte, Estado que, com 40% dos eleitorado formado por negros, Obama tem maiores chances de conseguir boa parte dos 115 delegados.
Hillary partiu nesta quarta-feira para Indiana, ignorando as suas poucas chances de reverter o quadro favorável de Obama e declarando-se a melhor candidata para derrotar o provável candidato republicano John McCain nas eleições gerais de 4 de novembro.
Em Indianapolis, principal cidade do Estado, Hillary prometeu focar em assuntos econômicos. "Para mim, esta campanha aqui em Indiana é sobre empregos, empregos, empregos", enfatizou, prometendo investir na indústria de manufatura e no fim das reduções tarifárias para indústrias que se mudam para o exterior.
Em Nova Albany, Obama foi questionado porque acreditava poder ganhar na Indiana depois das derrotas em Ohio e na Pensilvânia, Estados com mesmo perfil demográfico e uma grande massa de trabalhadores brancos.
"Aqui, eu sou mais familiar às pessoas", justificou. Indiana faz fronteira com Illinois, Estado pelo qual Obama é senador.
Contudo, ele evitou questões sobre sua obstinação e capacidade para ocupar o cargo de presidente do país, uma crítica constante de Hillary. "Ninguém reclamou mais da imprensa, de ser tratada de maneira errada que a senadora Hillary ou o presidente Clinton [Bill CLinton, marido de Hillary]. Nós temos sido muito cuidadosos com nossos ataques", disparou Obama.
Disputas
As campanhas democratas ocuparam-se com uma nova disputa nos últimos dias. Desta vez, o assunto é a conta dos votos populares.
Hillary disse que ela recebeu "mais votos das pessoas que votaram, mais do que qualquer outra pessoa". Sua conta inclui Flórida e Michigan, Estados que tiveram suas primárias anuladas por adiantar a data da votação.
Obama lidera a contagem combinada --delegados e votos populares-- das primárias e nega as declarações de Hillary.
"Houve um número de diferentes formulações que a campanha de Clinton tenta fazer para sugerir que de algum jeito eles estão na frente", disparou Obama.
Hillary também sofre com um grande déficit em sua arrecadação de verba, em relação aos bons números marcados por Obama. Nos relatórios de março, Obama declarou U$ 42 milhões (R$ 70,3 milhões) em caixa contra a dívida de U$ 10,3 milhões (R$ 17,2 milhões) de Hillary e apenas U$ 9 milhões (R$ 15 milhões) em caixa.
Contudo, desde que ganhou as primárias da Pensilvânia, Hillary começou uma intensa campanha para arrecadar colaborações pela internet. Sua equipe de campanha declarou nesta quinta-feira que Hillary conseguiu os U$ 10 milhões (R$ 16,7 milhões) que esperava juntar, com contribuições de 80 mil novos doadores, de um total de cem mil.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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Com certeza o Bresil esta carente de homens como Barack Obama na política e parar de se importar com sua opnião, mas da população em geral e aplicar medidas realmente eficazes para melhorar o país.
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