Ex-pastor de Obama diz ter recebido ataques "falsos" e "injustos"
da Folha Online
Jeremiah Wright, ex-pastor do pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama, condenou o escândalo gerado por seus polêmicos sermões, considerando os ataques dirigidos contra ele como "falsos" e "injustos", em entrevista publicada nesta quinta-feira.
O pastor disse que alguns trechos de seus sermões divulgados no YouTube foram tirados de contexto por críticos que desconhecem as boas ações de sua Igreja Unida da Trindade de Cristo, em Chicago, freqüentada por Obama e onde Wright era pastor até pouco tempo atrás.
"Senti que foi desleal. Senti que foi injusto. Senti que foi falso", afirmou Wright ao canal PBS, em uma entrevista que será transmitida na sexta-feira.
Nos vídeos em questão, Wright é visto atacando o "terrorismo" dos Estados Unidos e de Israel, incitando os negros a cantar "que Deus amaldiçoe os Estados Unidos", e alegando que o vírus da Aids foi espalhado pelo governo americano.
Devido às declarações do pastor, Obama tem recebido ataques tanto de sua rival no Partido Democrata, Hillary Clinton, quanto do provável candidato republicano, John McCain, o que fez com que o senador por Illinois se esforçasse para se distanciar de Wright.
Comercial
McCain passou parte desta quarta-feira em uma disputa interna, tentando, sem sucesso, convencer o Partido Republicano da Carolina do Norte a não publicar um comercial que mostra Jeremiah Wright denunciando os Estados Unidos em um dos seus sermões inflamatórios.
O comercial diz que os candidatos democratas são "muito extremistas" para a Carolina do Norte.
"A propaganda de televisão que você planeja colocar no ar degrada nossos cidadãos e nos distrai das verdadeiras diferenças em relação aos democratas", escreveu McCain a Linda Daves, líder do partido local. "Eu imploro a você para não divulgar este comercial."
Linda ignorou o pedido de McCain e justificou: "É inteiramente apropriado para os eleitores avaliarem os candidatos baseados em suas associações do passado".
Com France Presse
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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