McCain usou avião de empresa de sua mulher para reduzir custos
Colaboração para a Folha Online
O jornal norte-americano "The New York Times" publicou reportagem revelando que o provável candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos John McCain utilizou, a custos abaixo do mercado, o avião de propriedade de uma das empresas de sua mulher, Cindy McCain, para reduzir os gastos de sua campanha pela nomeação.
McCain utilizou durante sete meses, entre agosto de 2007 e fevereiro deste ano, o avião da empresa dirigida por sua mulher tendo pago por isso U$ 241.149 (R$ 403.201), quantia muito abaixo dos valores de mercado de acordo com especialistas consultados pelo "NYT", em reportagem deste domingo.
O avião utilizado por McCain, com capacidade para oito passageiros, pertence a Aviação King, empresa cuja proprietária é a cervejeira Hensley & Company, da qual Cindy é presidente.
| 18fev.08 Pat Sullivan/AP |
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| John McCain discursa observado de perto por sua mulher, a empresária milionária Cindy |
Segundo os dados apresentados pelo jornal, McCain economizou cerca de U$ 500 mil (R$ 836 mil) ao utilizar o avião empresarial em suas viagens de campanha durante o segundo semestre de 2007.
Um porta-voz do senador republicano, Jill Hazelbaker, afirmou que o candidato "cumpriu cuidadosamente em todos os momentos com as leis e normas da Comissão Eleitoral Federal sobre as viagens por via aérea e pagou pelas passagens exatamente como exigem estas normas".
Já Sheila Krumholz, diretora do Centro para Política Responsável, uma organização independente que vela pela transparência das campanhas eleitorais, afirmou que o caso "é uma subversão para a campanha [de McCain], que teve importância dado os problemas que atravessava ano passado".
No segundo semestre de 2007, McCain enfrentou sérias dificuldades financeiras em sua campanha. Entre os três principais candidatos à Casa Branca, McCain tem os menores números de arrecadação de verbas para sua campanha.
A lei eleitoral norte-americana proíbe que empresas prestem serviços a candidatos com descontos ou benefícios que não oferece aos seus clientes habituais. Contudo, exclui empresas dos próprios candidatos e de familiares próximos.
McCain tem defendido veementemente em sua campanha a aplicação de medidas para restringir os serviços prestados por empresas privadas às campanhas eleitorais, como forma de combater o tráfico de influências.
O senador assegurou inclusive que não pensou em aproveitar-se da grande fortuna de sua mulher (herdeira da empresa cervejeira fundada por seu pai, Jim Hensley), estimada em U$ 100 milhões (R$ 167,2 milhões) em sua campanha.
Com Efe
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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