Mundo
29/04/2008 - 16h06

Casal Obama tenta manter rotina normal em meio a disputada campanha

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da Associated Press, em Washington

O pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama e sua mulher Michelle Obama falaram do tempo dedicado à família em meio a uma agenda repleta de comícios, viagens e discursos.

Em entrevista ao programa diário de Rachael Ray, Obama contou que suas filhas, Malia, 9, e Sasha, 6, não ficam mais impressionadas com sua rotina de presidenciável. "Quando eu converso com elas e elas perguntam "papai, o que você fez hoje?"", conta Obama. "Eu digo "bem, eu falei com 35 mil pessoas" e elas respondem que é entendiante e nada interessante", diverte-se.

Michelle revelou no programa que se diverte diante de todos os itens de campanha com o rosto de seu marido.

Keith Srakocic/AP
Barack Obama ao lado de sua mulher, Michelle, durante campanha em Indiana
Barack Obama ao lado de sua mulher, Michelle, durante campanha em Indiana

"É algo do tipo: "Olhe. É o papai". É o papai numa camiseta? É o papai em um adesivo? É só Barack. O que ele está fazendo em uma camiseta?", afirma Michelle.

Obama e sua mulher Michelle falaram no programa sobre suas tentativas constantes de criar um tempo para a família e para eles mesmos em meio a dura batalha pela nomeação democrata.

"É emocionante, menos quando eu não estou vendo minha mulher e minhas filhas o suficiente", diz Obama.

A família Obama sempre tenta se ver uma vez por semana, diz Michelle. Ela afirmou também que se o seu marido vem para casa durante um período de tempo maior, eles aproveitam para ter uma noite em família, uma noite de jogos ou uma noite romântica só entre o casal.

"Mas é só um jantar ou cinema porque eu não posso ficar acordada", diz Michelle.

Campanha

Michelle é uma forte presença familiar na campanha de Obama. Para os estrategistas de campanha, ela é um trunfo para convencer as mulheres negras a votarem no senador democrata.

Formada em sociologia na Universidade Princeton e em direito na Universidade Harvard, Michelle, 44, está sempre bem vestida e é atenciosa com eleitores, ao menos diante das câmeras.

Criticada muitas vezes por falar demais, ela tem ampliado seu papel na campanha pela nomeação. Todos os e-mails enviados pela campanha do senador são assinados por ela que participa também de diversas entrevistas e programas de televisão.

Em um discurso em Iowa, no começo do ano, Obama, como faz freqüentemente, agradeceu sua mulher pela participação na campanha. "E, já que é hora de agradecer, creio que faça sentido que eu agradeça ao amor de minha vida, a rocha da família Obama, a peça fundamental na campanha. Palmas para Michelle Obama."

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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