Sirenes soam em Israel para lembrar vítimas do Holocausto
da Folha Online
Israel parou por dois minutos na manhã desta quinta-feira para lembrança as vítimas do Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Sirenes antiaéreas soaram às 10h (hora local) e todas as atividades foram interrompidas nas ruas, no comércio, em escritórios e em colégios.
Até mesmo os motoristas país pararam seus carros para ficar em pé ao lado dos veículos em memória dos seis milhões de judeus que morreram nos guetos e campos de concentração do regime nazista.
Durante a jornada, diversos atos e cerimônias nos cemitérios manterão viva a lembrança dos mortos pelos alemães, em uma política destinada a acabar com o judaísmo europeu por meio de um macabro plano conhecido como a "Solução Final".
Um dos atos centrais desta jornada aconteceu logo depois do soar das sirenes na Praça do Gueto de Varsóvia, do Museu Yad Vashem, com a participação do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, e de personalidades da política e do Exército.
Nesse momento, foram lidos no Parlamento (Knesset) nomes das vítimas da "Shoah", como se conhece em hebraico o Holocausto, em um ato que se repetiu no Hall dos Nomes do Yad Vashem.
Os atos desta quinta seguem à cerimônia da quarta-feira (30) à noite no Museu do Holocausto, em Jerusalém, onde seis sobreviventes acenderam seis tochas em memória às seis milhões de vítimas judias desse genocídio.
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